
A mobilização convocada pelo deputado federal Nikolas Ferreira em Brasília ganhou, neste fim de semana, um reforço simbólico que rapidamente repercutiu nas redes sociais. Em vídeo que viralizou, a irmã da cabeleireira Débora Rodrigues — conhecida nacionalmente como a “mulher do batom” — confirmou que participará da caminhada “Acorda Brasil”, marcada para este domingo (25), na capital federal.
Com tom irônico, a familiar afirmou que seguirá de forma pacífica ao ato. “Estou indo para Brasília, mas estou indo desarmada. Olha, estou indo sem o batom”, declarou, em referência direta ao episódio em que Débora escreveu a frase “Perdeu, Mané” com batom na estátua em frente ao Supremo Tribunal Federal, fato que deu origem ao processo judicial.
O caso ganhou destaque nacional diante do pedido de condenação de 14 anos de prisão, contestado por aliados políticos e por familiares da ré. A defesa e apoiadores apontam falta de individualização de condutas e classificam a pena como desproporcional, argumento que também vem sendo citado por manifestações públicas de entidades jurídicas.
Débora Rodrigues permaneceu presa por cerca de dois anos e atualmente cumpre prisão domiciliar, autorizada para que possa cuidar dos dois filhos pequenos. Durante o processo, ela chegou a enviar uma carta de desculpas ao ministro Alexandre de Moraes, relator do caso.
Segundo organizadores, a irmã de Débora deverá se juntar às caravanas que recepcionarão Nikolas Ferreira na Praça do Cruzeiro, ao meio-dia. O movimento tem utilizado o episódio como símbolo de críticas ao que considera excessos e arbitrariedades do Judiciário, enquanto o tema segue dividindo opiniões na sociedade brasileira.
Com tom irônico, a familiar afirmou que seguirá de forma pacífica ao ato. “Estou indo para Brasília, mas estou indo desarmada. Olha, estou indo sem o batom”, declarou, em referência direta ao episódio em que Débora escreveu a frase “Perdeu, Mané” com batom na estátua em frente ao Supremo Tribunal Federal, fato que deu origem ao processo judicial.
O caso ganhou destaque nacional diante do pedido de condenação de 14 anos de prisão, contestado por aliados políticos e por familiares da ré. A defesa e apoiadores apontam falta de individualização de condutas e classificam a pena como desproporcional, argumento que também vem sendo citado por manifestações públicas de entidades jurídicas.
Débora Rodrigues permaneceu presa por cerca de dois anos e atualmente cumpre prisão domiciliar, autorizada para que possa cuidar dos dois filhos pequenos. Durante o processo, ela chegou a enviar uma carta de desculpas ao ministro Alexandre de Moraes, relator do caso.
Segundo organizadores, a irmã de Débora deverá se juntar às caravanas que recepcionarão Nikolas Ferreira na Praça do Cruzeiro, ao meio-dia. O movimento tem utilizado o episódio como símbolo de críticas ao que considera excessos e arbitrariedades do Judiciário, enquanto o tema segue dividindo opiniões na sociedade brasileira.


