
O terceiro ano do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é marcado por um cenário de desgaste na opinião pública. Levantamento divulgado pela Paraná Pesquisas nesta segunda-feira (29) revela que a desaprovação da atual gestão federal supera a aprovação entre os brasileiros, evidenciando um momento de desafio político para o Palácio do Planalto.
De acordo com os dados, 50,9% dos entrevistados afirmam desaprovar o governo Lula, enquanto 45,6% dizem aprová-lo. Outros 3,5% não souberam ou preferiram não opinar. Na avaliação qualitativa da administração, 42,8% classificam o governo como ruim ou péssimo, sendo 34,8% de avaliações “péssima” e 8,0% “ruim”. Já a percepção positiva soma 32,7%, com 12,9% considerando o governo ótimo e 19,8% bom. Para 23,1% dos entrevistados, a gestão é regular.
A pesquisa foi realizada entre os dias 18 e 22 de dezembro de 2025, com 2.038 entrevistas presenciais em 163 municípios, abrangendo todas as regiões do país, os 26 estados e o Distrito Federal. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
Os números indicam que a aprovação do presidente apresentou queda ao longo de 2024 e 2025, atingindo seus níveis mais baixos no primeiro semestre deste ano. Apesar de uma leve recuperação nos meses finais de 2025, a desaprovação permanece superior, sinalizando dificuldades para a consolidação de apoio popular.
O levantamento também aponta diferenças relevantes de acordo com o perfil dos entrevistados. A aprovação do governo é maior entre pessoas com mais de 60 anos, eleitores com menor escolaridade e moradores das regiões Nordeste e Norte/Centro-Oeste. Em contrapartida, a desaprovação é mais expressiva entre eleitores com ensino superior, pessoas economicamente ativas e residentes nas regiões Sul e Sudeste.
No recorte religioso, a pesquisa revela maior rejeição ao governo entre eleitores evangélicos, enquanto a aprovação se mostra relativamente mais elevada entre católicos e entre aqueles que não participaram recentemente de celebrações religiosas.
O resultado reforça um ambiente de polarização persistente no país e evidencia os desafios enfrentados pelo governo Lula para ampliar sua base de apoio e reverter a percepção negativa em setores estratégicos da sociedade brasileira.
De acordo com os dados, 50,9% dos entrevistados afirmam desaprovar o governo Lula, enquanto 45,6% dizem aprová-lo. Outros 3,5% não souberam ou preferiram não opinar. Na avaliação qualitativa da administração, 42,8% classificam o governo como ruim ou péssimo, sendo 34,8% de avaliações “péssima” e 8,0% “ruim”. Já a percepção positiva soma 32,7%, com 12,9% considerando o governo ótimo e 19,8% bom. Para 23,1% dos entrevistados, a gestão é regular.
A pesquisa foi realizada entre os dias 18 e 22 de dezembro de 2025, com 2.038 entrevistas presenciais em 163 municípios, abrangendo todas as regiões do país, os 26 estados e o Distrito Federal. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
Os números indicam que a aprovação do presidente apresentou queda ao longo de 2024 e 2025, atingindo seus níveis mais baixos no primeiro semestre deste ano. Apesar de uma leve recuperação nos meses finais de 2025, a desaprovação permanece superior, sinalizando dificuldades para a consolidação de apoio popular.
O levantamento também aponta diferenças relevantes de acordo com o perfil dos entrevistados. A aprovação do governo é maior entre pessoas com mais de 60 anos, eleitores com menor escolaridade e moradores das regiões Nordeste e Norte/Centro-Oeste. Em contrapartida, a desaprovação é mais expressiva entre eleitores com ensino superior, pessoas economicamente ativas e residentes nas regiões Sul e Sudeste.
No recorte religioso, a pesquisa revela maior rejeição ao governo entre eleitores evangélicos, enquanto a aprovação se mostra relativamente mais elevada entre católicos e entre aqueles que não participaram recentemente de celebrações religiosas.
O resultado reforça um ambiente de polarização persistente no país e evidencia os desafios enfrentados pelo governo Lula para ampliar sua base de apoio e reverter a percepção negativa em setores estratégicos da sociedade brasileira.


