
A família Coelho avalia que a operação da Polícia Federal desta quarta-feira, autorizada pelo ministro do STF Flávio Dino, teria motivação política. Nos bastidores, aliados de Miguel Coelho levantam a suspeita de que setores do PT teriam articulado a ação com aval do prefeito do Recife, João Campos (PSB). A informação é do Blog Ricardo Antunes.
A desconfiança é clara: a operação poderia desgastar a imagem de Miguel e abrir espaço para João recuar de um possível compromisso de incluí-lo na chapa majoritária. Hoje, a pressão do PT é para que Humberto Costa (PT) e Sílvio Costa Filho (Republicanos) ganhem espaço na composição.
Outra peça no tabuleiro é a vice, disputada por MDB e PSDB, partido presidido por Álvaro Porto na Assembleia Legislativa.
A leitura da família é que o desgaste público serviria como justificativa política para mudanças na chapa. Há ainda o fator nacional: Flávio Dino foi indicado ao STF por Lula, liderança histórica do PT, o que amplia as suspeitas nos bastidores.
Enquanto isso, aliados falam em “perseguição” e afirmam que o grupo não recuará. clima é de tensão máxima, e a disputa promete novos capítulos.
A desconfiança é clara: a operação poderia desgastar a imagem de Miguel e abrir espaço para João recuar de um possível compromisso de incluí-lo na chapa majoritária. Hoje, a pressão do PT é para que Humberto Costa (PT) e Sílvio Costa Filho (Republicanos) ganhem espaço na composição.
Outra peça no tabuleiro é a vice, disputada por MDB e PSDB, partido presidido por Álvaro Porto na Assembleia Legislativa.
A leitura da família é que o desgaste público serviria como justificativa política para mudanças na chapa. Há ainda o fator nacional: Flávio Dino foi indicado ao STF por Lula, liderança histórica do PT, o que amplia as suspeitas nos bastidores.
Enquanto isso, aliados falam em “perseguição” e afirmam que o grupo não recuará. clima é de tensão máxima, e a disputa promete novos capítulos.


