
O presidente Lula enfrenta um cenário de desaprovação maior do que em momentos anteriores em que o PT disputava a continuidade no poder. Para tentar reverter o quadro, a seis meses das eleições, o governo passou a apostar em um conjunto de medidas voltadas a aliviar o custo de vida da população, prática comum em anos eleitorais. Entre as ações estão iniciativas relacionadas ao preço dos combustíveis, subsídios ao gás de cozinha e à conta de luz, além de um novo programa de renegociação de dívidas. Matéria do BNews.
Pesquisas recentes do Ipsos-Ipec indicam que o governo registra 51% de desaprovação e 43% de aprovação, um saldo negativo incomum para o PT em períodos eleitorais. Em disputas anteriores, como nas eleições de 2006, 2010 e 2014, os governos petistas chegaram à reta final com avaliação majoritariamente positiva. Especialistas apontam que o ambiente político atual é mais instável e marcado por maior volatilidade do eleitorado.
Entre as medidas em estudo está um novo programa para renegociar dívidas das famílias, semelhante ao Desenrola, lançado no início do atual mandato. Apesar do desemprego baixo e da inflação sob controle, o nível de endividamento das famílias aumentou, e uma parcela significativa da renda mensal tem sido destinada ao pagamento de empréstimos e financiamentos.
O governo também avalia ampliar subsídios em setores sensíveis para o bolso do consumidor. O programa Gás do Povo, criado para beneficiar milhões de famílias, pode receber reforços diante das oscilações no mercado internacional de petróleo. Na área de energia elétrica, discute-se a adoção de medidas para conter reajustes nas tarifas, enquanto subsídios ao diesel foram anunciados para tentar evitar aumentos no preço do combustível e seus impactos no transporte de cargas.
Outras iniciativas em debate incluem a possível revisão da chamada “taxa das blusinhas”, que tributa compras internacionais de baixo valor, e mudanças nas multas relacionadas ao sistema de pedágio eletrônico sem cancelas. Paralelamente, o governo tenta capitalizar propostas como a isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil e a promessa de rever a escala de trabalho 6x1.
Estratégias semelhantes já foram adotadas por outros governos em períodos eleitorais. Em 2022, o então presidente Jair Bolsonaro ampliou benefícios sociais e criou auxílios emergenciais, enquanto em 2014 Dilma Rousseff anunciou reajustes no Bolsa Família e mudanças na tabela do Imposto de Renda. Para analistas, porém, o cenário político atual exige mais do que indicadores econômicos positivos, tornando essencial a construção de uma narrativa convincente sobre o futuro do país.
Pesquisas recentes do Ipsos-Ipec indicam que o governo registra 51% de desaprovação e 43% de aprovação, um saldo negativo incomum para o PT em períodos eleitorais. Em disputas anteriores, como nas eleições de 2006, 2010 e 2014, os governos petistas chegaram à reta final com avaliação majoritariamente positiva. Especialistas apontam que o ambiente político atual é mais instável e marcado por maior volatilidade do eleitorado.
Entre as medidas em estudo está um novo programa para renegociar dívidas das famílias, semelhante ao Desenrola, lançado no início do atual mandato. Apesar do desemprego baixo e da inflação sob controle, o nível de endividamento das famílias aumentou, e uma parcela significativa da renda mensal tem sido destinada ao pagamento de empréstimos e financiamentos.
O governo também avalia ampliar subsídios em setores sensíveis para o bolso do consumidor. O programa Gás do Povo, criado para beneficiar milhões de famílias, pode receber reforços diante das oscilações no mercado internacional de petróleo. Na área de energia elétrica, discute-se a adoção de medidas para conter reajustes nas tarifas, enquanto subsídios ao diesel foram anunciados para tentar evitar aumentos no preço do combustível e seus impactos no transporte de cargas.
Outras iniciativas em debate incluem a possível revisão da chamada “taxa das blusinhas”, que tributa compras internacionais de baixo valor, e mudanças nas multas relacionadas ao sistema de pedágio eletrônico sem cancelas. Paralelamente, o governo tenta capitalizar propostas como a isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil e a promessa de rever a escala de trabalho 6x1.
Estratégias semelhantes já foram adotadas por outros governos em períodos eleitorais. Em 2022, o então presidente Jair Bolsonaro ampliou benefícios sociais e criou auxílios emergenciais, enquanto em 2014 Dilma Rousseff anunciou reajustes no Bolsa Família e mudanças na tabela do Imposto de Renda. Para analistas, porém, o cenário político atual exige mais do que indicadores econômicos positivos, tornando essencial a construção de uma narrativa convincente sobre o futuro do país.


