
O pré-candidato à Presidência do Novo e ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, disse neste domingo (03) que quer rever o programa Bolsa Família para evitar uma “geração de imprestáveis”. Afirmou que há vagas com carteira assinada no mercado enquanto “marmanjão” fica em casa na internet e Netflix recebendo o auxílio governamental. Do Poder 360.
Para Zema, há brasileiros que não estudam e não trabalham para viver às custas do governo. Ele propõe cortar o benefício caso a pessoa recuse oferta de trabalho. Afirmou que o Sistema Nacional de Emprego (Sine) e as secretarias de assistência social das prefeituras podem auxiliar na identificação dessas pessoas.
“Bolsa Família e programas sociais são importantíssimos. Nós vamos manter para quem precisa. Sabemos que tem muita fraude, que eu vou combater. E também não vou pagar auxílio do governo, Bolsa Família, para os marmanjões, que é o que mais está crescendo no Brasil. Nós estamos criando uma geração de imprestáveis”, declarou. Ele concedeu entrevista ao Canal Livre, transmitida neste domingo (03).
Ao ser questionado se a pessoa terá que aceitar um emprego para não perder um benefício, Zema disse que a pessoa receberá uma lista de propostas de emprego. “A primeira [proposta de emprego] você pode recusar. A segunda, não”, declarou.
Segundo Zema, a política de cobrança só será adotada em cidades onde há oportunidades de empregos.
O ex-governador de Minas Gerais declarou que, atualmente, há um incentivo à informalidade. Beneficiários do Bolsa Família, segundo ele, fazem alguns “bicos” para complementar a renda, mas não abrem mão do auxílio.
“Hoje nós temos um incentivo à essa informalidade, à perpetuação desta situação, em que o pai já viveu assim e o filho está aprendendo a viver. Ele ganha com os bicos mais R$ 1.000, não tem nenhum compromisso com horário e aprendizado. Daqui a 10 ou 15 anos ele continua totalmente desqualificado como está hoje”, declarou.
Zema é pré-candidato do Novo à Presidência da República. Levantamento da AtlasIntel divulgado na terça-feira mostrou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) empata nos cenários de 2º turno contra o senador e pré-candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), e o ex-governador de Minas Gerais. última terça-feira revelou que 52% dos eleitores de Minas Gerais dizem aprovar a gestão do ex-governador do Novo no Estado.
Para Zema, há brasileiros que não estudam e não trabalham para viver às custas do governo. Ele propõe cortar o benefício caso a pessoa recuse oferta de trabalho. Afirmou que o Sistema Nacional de Emprego (Sine) e as secretarias de assistência social das prefeituras podem auxiliar na identificação dessas pessoas.
“Bolsa Família e programas sociais são importantíssimos. Nós vamos manter para quem precisa. Sabemos que tem muita fraude, que eu vou combater. E também não vou pagar auxílio do governo, Bolsa Família, para os marmanjões, que é o que mais está crescendo no Brasil. Nós estamos criando uma geração de imprestáveis”, declarou. Ele concedeu entrevista ao Canal Livre, transmitida neste domingo (03).
Ao ser questionado se a pessoa terá que aceitar um emprego para não perder um benefício, Zema disse que a pessoa receberá uma lista de propostas de emprego. “A primeira [proposta de emprego] você pode recusar. A segunda, não”, declarou.
Segundo Zema, a política de cobrança só será adotada em cidades onde há oportunidades de empregos.
O ex-governador de Minas Gerais declarou que, atualmente, há um incentivo à informalidade. Beneficiários do Bolsa Família, segundo ele, fazem alguns “bicos” para complementar a renda, mas não abrem mão do auxílio.
“Hoje nós temos um incentivo à essa informalidade, à perpetuação desta situação, em que o pai já viveu assim e o filho está aprendendo a viver. Ele ganha com os bicos mais R$ 1.000, não tem nenhum compromisso com horário e aprendizado. Daqui a 10 ou 15 anos ele continua totalmente desqualificado como está hoje”, declarou.
Zema é pré-candidato do Novo à Presidência da República. Levantamento da AtlasIntel divulgado na terça-feira mostrou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) empata nos cenários de 2º turno contra o senador e pré-candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), e o ex-governador de Minas Gerais. última terça-feira revelou que 52% dos eleitores de Minas Gerais dizem aprovar a gestão do ex-governador do Novo no Estado.


