
Moradores de dois condomínios do programa Minha Casa Minha Vida, na Pavuna, Zona Norte do Rio de Janeiro, vivem momentos de medo após denúncias de que criminosos ligados ao Comando Vermelho passaram a controlar os locais e impor uma taxa mensal de R$ 300 por apartamento.
Os condomínios reúnem cerca de 800 unidades habitacionais. A denúncia aponta que criminosos teriam convocado moradores para comunicar a cobrança e também passaram a interferir em serviços básicos, como a venda de gás e internet.
O caso expõe mais uma vez o avanço do crime organizado sobre áreas residenciais no Rio de Janeiro, atingindo diretamente famílias que dependem de programas habitacionais para ter acesso à moradia. Na prática, moradores que já vivem em situação de vulnerabilidade passam a enfrentar a pressão de facções dentro do próprio condomínio onde deveriam encontrar segurança.
A denúncia reforça a gravidade da expansão territorial do Comando Vermelho e levanta questionamentos sobre a ausência do Estado em regiões dominadas por criminosos. Enquanto famílias são coagidas a pagar para permanecer onde moram, o crime organizado amplia seu poder, controla serviços e transforma a rotina de trabalhadores em um ambiente de intimidação e medo.
(É o mundo oficial)
Os condomínios reúnem cerca de 800 unidades habitacionais. A denúncia aponta que criminosos teriam convocado moradores para comunicar a cobrança e também passaram a interferir em serviços básicos, como a venda de gás e internet.
O caso expõe mais uma vez o avanço do crime organizado sobre áreas residenciais no Rio de Janeiro, atingindo diretamente famílias que dependem de programas habitacionais para ter acesso à moradia. Na prática, moradores que já vivem em situação de vulnerabilidade passam a enfrentar a pressão de facções dentro do próprio condomínio onde deveriam encontrar segurança.
A denúncia reforça a gravidade da expansão territorial do Comando Vermelho e levanta questionamentos sobre a ausência do Estado em regiões dominadas por criminosos. Enquanto famílias são coagidas a pagar para permanecer onde moram, o crime organizado amplia seu poder, controla serviços e transforma a rotina de trabalhadores em um ambiente de intimidação e medo.
(É o mundo oficial)


