
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta sexta-feira (12) que as Forças Armadas americanas mataram Héctor Rusthenford Guerrero Flores, conhecido como “Niño Guerrero”, principal líder do Tren de Aragua, durante um ataque realizado em território venezuelano.
Segundo Trump, a operação foi executada pelo Comando Sul dos Estados Unidos e coordenada com autoridades da Venezuela. O presidente também divulgou imagens que, de acordo com sua publicação, mostram o momento em que o esconderijo do criminoso foi atingido.
Niño Guerrero comandava uma das organizações criminosas mais violentas da América Latina e estava foragido desde 2023, quando escapou da prisão de Tocorón. O Tren de Aragua é acusado de envolvimento com narcotráfico, extorsões, sequestros, tráfico de pessoas e assassinatos em diversos países. O governo americano havia classificado o grupo como organização terrorista estrangeira e oferecia uma recompensa de até US$ 5 milhões por informações que levassem à captura de seu líder.
Ao anunciar a ação, Trump voltou a criticar as políticas migratórias do governo Joe Biden e afirmou que criminosos ligados à facção entraram nos Estados Unidos durante a administração anterior. O republicano declarou que havia prometido expulsar integrantes do grupo e responsabilizá-los pelos crimes cometidos contra cidadãos americanos.
Trump também afirmou que o ataque representa uma mensagem direta aos cartéis e organizações terroristas que atuam no continente: sob sua liderança, não haverá território seguro para seus chefes. “Nós os encontraremos a qualquer hora, em qualquer lugar”, escreveu o presidente ao anunciar uma ofensiva total contra o Tren de Aragua. (É o Mundo)
Segundo Trump, a operação foi executada pelo Comando Sul dos Estados Unidos e coordenada com autoridades da Venezuela. O presidente também divulgou imagens que, de acordo com sua publicação, mostram o momento em que o esconderijo do criminoso foi atingido.
Niño Guerrero comandava uma das organizações criminosas mais violentas da América Latina e estava foragido desde 2023, quando escapou da prisão de Tocorón. O Tren de Aragua é acusado de envolvimento com narcotráfico, extorsões, sequestros, tráfico de pessoas e assassinatos em diversos países. O governo americano havia classificado o grupo como organização terrorista estrangeira e oferecia uma recompensa de até US$ 5 milhões por informações que levassem à captura de seu líder.
Ao anunciar a ação, Trump voltou a criticar as políticas migratórias do governo Joe Biden e afirmou que criminosos ligados à facção entraram nos Estados Unidos durante a administração anterior. O republicano declarou que havia prometido expulsar integrantes do grupo e responsabilizá-los pelos crimes cometidos contra cidadãos americanos.
Trump também afirmou que o ataque representa uma mensagem direta aos cartéis e organizações terroristas que atuam no continente: sob sua liderança, não haverá território seguro para seus chefes. “Nós os encontraremos a qualquer hora, em qualquer lugar”, escreveu o presidente ao anunciar uma ofensiva total contra o Tren de Aragua. (É o Mundo)


