
O ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho (União Brasil) anunciou, na madrugada deste sábado (1º), a retirada de sua candidatura ao Senado, horas após a definição de que o deputado federal Eduardo da Fonte (PP) será o candidato da Federação União Progressista para a vaga na chapa da governadora Raquel Lyra (PSD). — Por Ricardo Antunes.
Ele passou semanas dizendo que seria o candidato da federação, mesmo sabendo que não tinha votos para isso, o que só fez desgastar a governadora Raquel Lyra.
Com uma expressão visivelmente abatida em vídeo publicado nas redes sociais, Miguel afirmou que a decisão foi tomada em comum acordo com a governadora para preservar o projeto de reeleição do grupo político e evitar desgastes internos.
A desistência encerra um dos principais impasses da formação da chapa governista para as eleições deste ano. Nas últimas semanas, Miguel disputava com Eduardo da Fonte a indicação da federação, formada por União Brasil e Progressistas, para a segunda vaga ao Senado.
Após a escolha do deputado federal, o ex-prefeito decidiu retirar sua pré-candidatura e reafirmar apoio à governadora.
“Sempre defendi que o projeto prioritário é o projeto de reeleição de Raquel e de Priscila. Independentemente de quem fossem os candidatos escolhidos, a gente estaria ao lado dela porque acreditamos no trabalho que ela iniciou em 2023”, afirmou.
Segundo Miguel, a decisão foi motivada pela necessidade de preservar a unidade do grupo político.
“Para não colocar esse projeto em risco sob nenhum tipo de condição de ameaça ou de qualquer forma de pressão, percebemos, eu e ela, que era o momento de retirar a nossa candidatura ao Senado. O União Brasil vai continuar apoiando a governadora Raquel Lyra”, declarou.
Ao anunciar a desistência, Miguel também fez um apelo para que prefeitos, deputados, vereadores e demais lideranças políticas que o apoiavam permanecessem ao lado da governadora durante a campanha.
“Peço aos prefeitos, deputados, candidatos, vereadores, lideranças e a todos que me conhecem, que sabem da minha história, que continuem apoiando Raquel e levem essa mensagem para todos os cantos de Pernambuco”, disse.
O ex-prefeito reconheceu que a decisão frustrou seus planos, mas afirmou que o interesse coletivo deve prevalecer.
“Infelizmente não vai dar. Este ano de 2026 não vamos colocar o nosso nome à disposição por questões de forças maiores. Não era o desfecho que eu queria, vocês sabem. Mas, de novo, não é sobre o eu. É sobre um projeto maior e um projeto para o bem de Pernambuco”, afirmou.
Com a decisão, a convenção da federação foi adiada até segunda ordem.
A definição da candidatura ao Senado foi um dos principais entraves da montagem da chapa de Raquel Lyra. Desde junho, União Brasil e Progressistas divergiam sobre quem representaria a Federação União Progressista na disputa, com Miguel Coelho e Eduardo da Fonte defendendo suas respectivas candidaturas.
Ao longo das negociações, chegaram a ser discutidas alternativas para acomodar os dois nomes na disputa, inclusive com candidaturas avulsas ao Senado, mas não houve consenso. Com a confirmação de Eduardo da Fonte como candidato da federação, Miguel optou por retirar sua candidatura e reforçar o apoio ao projeto de reeleição da governadora.
Mesmo fora da disputa ao Senado, Miguel afirmou que seguirá atuando politicamente no estado.
“O Galeguinho continua aqui, de cabeça erguida, firme, continuando o propósito de trabalhar por Pernambuco, de ajudar o nosso povo e de fazer o nosso Sertão e a nossa Petrolina cada vez mais fortes”, afirmou.
Ao encerrar a mensagem, o ex-prefeito desejou que Pernambuco eleja representantes comprometidos com os interesses do estado.
“Desejo sucesso para que, no Senado, possamos ter pernambucanos que honrem as nossas tradições de força, de fé, de luta e de garra e que possam representar os sonhos e a esperança do povo pernambucano”, concluiu.
Ele passou semanas dizendo que seria o candidato da federação, mesmo sabendo que não tinha votos para isso, o que só fez desgastar a governadora Raquel Lyra.
Com uma expressão visivelmente abatida em vídeo publicado nas redes sociais, Miguel afirmou que a decisão foi tomada em comum acordo com a governadora para preservar o projeto de reeleição do grupo político e evitar desgastes internos.
A desistência encerra um dos principais impasses da formação da chapa governista para as eleições deste ano. Nas últimas semanas, Miguel disputava com Eduardo da Fonte a indicação da federação, formada por União Brasil e Progressistas, para a segunda vaga ao Senado.
Após a escolha do deputado federal, o ex-prefeito decidiu retirar sua pré-candidatura e reafirmar apoio à governadora.
“Sempre defendi que o projeto prioritário é o projeto de reeleição de Raquel e de Priscila. Independentemente de quem fossem os candidatos escolhidos, a gente estaria ao lado dela porque acreditamos no trabalho que ela iniciou em 2023”, afirmou.
Segundo Miguel, a decisão foi motivada pela necessidade de preservar a unidade do grupo político.
“Para não colocar esse projeto em risco sob nenhum tipo de condição de ameaça ou de qualquer forma de pressão, percebemos, eu e ela, que era o momento de retirar a nossa candidatura ao Senado. O União Brasil vai continuar apoiando a governadora Raquel Lyra”, declarou.
Ao anunciar a desistência, Miguel também fez um apelo para que prefeitos, deputados, vereadores e demais lideranças políticas que o apoiavam permanecessem ao lado da governadora durante a campanha.
“Peço aos prefeitos, deputados, candidatos, vereadores, lideranças e a todos que me conhecem, que sabem da minha história, que continuem apoiando Raquel e levem essa mensagem para todos os cantos de Pernambuco”, disse.
O ex-prefeito reconheceu que a decisão frustrou seus planos, mas afirmou que o interesse coletivo deve prevalecer.
“Infelizmente não vai dar. Este ano de 2026 não vamos colocar o nosso nome à disposição por questões de forças maiores. Não era o desfecho que eu queria, vocês sabem. Mas, de novo, não é sobre o eu. É sobre um projeto maior e um projeto para o bem de Pernambuco”, afirmou.
Com a decisão, a convenção da federação foi adiada até segunda ordem.
A definição da candidatura ao Senado foi um dos principais entraves da montagem da chapa de Raquel Lyra. Desde junho, União Brasil e Progressistas divergiam sobre quem representaria a Federação União Progressista na disputa, com Miguel Coelho e Eduardo da Fonte defendendo suas respectivas candidaturas.
Ao longo das negociações, chegaram a ser discutidas alternativas para acomodar os dois nomes na disputa, inclusive com candidaturas avulsas ao Senado, mas não houve consenso. Com a confirmação de Eduardo da Fonte como candidato da federação, Miguel optou por retirar sua candidatura e reforçar o apoio ao projeto de reeleição da governadora.
Mesmo fora da disputa ao Senado, Miguel afirmou que seguirá atuando politicamente no estado.
“O Galeguinho continua aqui, de cabeça erguida, firme, continuando o propósito de trabalhar por Pernambuco, de ajudar o nosso povo e de fazer o nosso Sertão e a nossa Petrolina cada vez mais fortes”, afirmou.
Ao encerrar a mensagem, o ex-prefeito desejou que Pernambuco eleja representantes comprometidos com os interesses do estado.
“Desejo sucesso para que, no Senado, possamos ter pernambucanos que honrem as nossas tradições de força, de fé, de luta e de garra e que possam representar os sonhos e a esperança do povo pernambucano”, concluiu.



