
Uma história que parece roteiro de ficção aconteceu em Canindé, no Ceará, e começou com uma descoberta dentro da própria família.
Jaelson Camelo de Oliveira, de 39 anos, era casado com Maria Aparecida Barroso. Ao mesmo tempo, mantinha um relacionamento amoroso com a própria filha, então com 20 anos.
Segundo o delegado responsável pelo caso, pai e filha confirmaram à polícia que mantinham a relação havia cerca de um ano e oito meses. Os dois afirmaram que aquilo teria começado como uma “paixão mútua”, a filha dizia que era apaixonada pelo pai.
Mas a situação ficou ainda mais absurda quando Antônio Herilson da Silva Lopes, namorado da jovem, descobriu o relacionamento entre ela e o próprio pai.
Herilson não simplesmente se afastou.
Segundo a investigação divulgada na época, ele passou a participar de encontros com os dois, formando uma relação a três. Depois, porém, decidiu contar tudo para Maria Aparecida, esposa de Jaelson e madrasta da jovem.
E foi aí que a história tomou outro rumo.
Ao descobrir que o marido mantinha uma relação com a própria filha, Maria decidiu que ele deveria morrer. Segundo a Polícia Civil, ela pagou R$ 3 mil pela execução e contou com a ajuda de Herilson para chegar aos homens que fariam o serviço.
No dia do ataque, Jaelson estava junto da filha em Canindé quando dois criminosos chegaram armados e começaram a atirar.
O alvo principal era o pai. Mas a jovem também foi atingida.
Os criminosos fugiram e, poucas horas depois, Israel de Sousa Silva, de 20 anos, e um adolescente de 17 foram apreendidos. Com eles, a polícia encontrou um revólver que, segundo a investigação, teria sido utilizado no atentado.
Jaelson foi levado para atendimento médico e permaneceu internado por aproximadamente três meses. A filha também sobreviveu, mas perdeu a visão de um dos olhos por causa dos disparos.
A investigação apontou Maria como a mulher que teria encomendado a morte do marido e Herilson como participante da articulação para conseguir os executores.
Os quatro envolvidos foram presos: Maria Aparecida, Herilson, Israel e o adolescente. — RG News Sobral
Jaelson Camelo de Oliveira, de 39 anos, era casado com Maria Aparecida Barroso. Ao mesmo tempo, mantinha um relacionamento amoroso com a própria filha, então com 20 anos.
Segundo o delegado responsável pelo caso, pai e filha confirmaram à polícia que mantinham a relação havia cerca de um ano e oito meses. Os dois afirmaram que aquilo teria começado como uma “paixão mútua”, a filha dizia que era apaixonada pelo pai.
Mas a situação ficou ainda mais absurda quando Antônio Herilson da Silva Lopes, namorado da jovem, descobriu o relacionamento entre ela e o próprio pai.
Herilson não simplesmente se afastou.
Segundo a investigação divulgada na época, ele passou a participar de encontros com os dois, formando uma relação a três. Depois, porém, decidiu contar tudo para Maria Aparecida, esposa de Jaelson e madrasta da jovem.
E foi aí que a história tomou outro rumo.
Ao descobrir que o marido mantinha uma relação com a própria filha, Maria decidiu que ele deveria morrer. Segundo a Polícia Civil, ela pagou R$ 3 mil pela execução e contou com a ajuda de Herilson para chegar aos homens que fariam o serviço.
No dia do ataque, Jaelson estava junto da filha em Canindé quando dois criminosos chegaram armados e começaram a atirar.
O alvo principal era o pai. Mas a jovem também foi atingida.
Os criminosos fugiram e, poucas horas depois, Israel de Sousa Silva, de 20 anos, e um adolescente de 17 foram apreendidos. Com eles, a polícia encontrou um revólver que, segundo a investigação, teria sido utilizado no atentado.
Jaelson foi levado para atendimento médico e permaneceu internado por aproximadamente três meses. A filha também sobreviveu, mas perdeu a visão de um dos olhos por causa dos disparos.
A investigação apontou Maria como a mulher que teria encomendado a morte do marido e Herilson como participante da articulação para conseguir os executores.
Os quatro envolvidos foram presos: Maria Aparecida, Herilson, Israel e o adolescente. — RG News Sobral


