
O Ministério da Justiça e Segurança Pública do governo Lula decidiu elevar a classificação indicativa do programa infantil “Record Kids – Desenhos Bíblicos”, da Record, de livre para não recomendado para menores de 12 anos. A decisão foi oficializada por meio de uma portaria publicada no Diário Oficial da União, em 28 de outubro.
A justificativa apresentada pelo governo inclui a presença de atos criminosos, drogas lícitas, violência e estigma ou preconceito. A medida atinge uma programação voltada ao público infantil, baseada em histórias bíblicas e tradicionalmente exibida nas manhãs de domingo pela emissora.
Com a nova classificação, o programa passa a ter recomendação de exibição a partir das 20h, apesar de integrar a programação infantil da Record, exibida aos domingos a partir das 9h. A recomendação de horário, no entanto, não impede legalmente sua transmissão pela manhã.
A decisão provocou críticas entre cristãos e parlamentares da direita. O deputado federal Delegado Fabio Costa (PL-AL) questionou os critérios adotados pelo Ministério da Justiça e anunciou que cobrará explicações aos órgãos competentes.
Para o parlamentar, a medida representa um ataque à fé cristã e levanta questionamentos sobre o tratamento dado pelo governo a conteúdos religiosos destinados às famílias brasileiras.
A controvérsia reacende o debate sobre os critérios utilizados pelo governo federal para classificar produções infantis, especialmente quando a decisão atinge uma animação que apresenta histórias e ensinamentos da Bíblia. — É o Mundo
A justificativa apresentada pelo governo inclui a presença de atos criminosos, drogas lícitas, violência e estigma ou preconceito. A medida atinge uma programação voltada ao público infantil, baseada em histórias bíblicas e tradicionalmente exibida nas manhãs de domingo pela emissora.
Com a nova classificação, o programa passa a ter recomendação de exibição a partir das 20h, apesar de integrar a programação infantil da Record, exibida aos domingos a partir das 9h. A recomendação de horário, no entanto, não impede legalmente sua transmissão pela manhã.
A decisão provocou críticas entre cristãos e parlamentares da direita. O deputado federal Delegado Fabio Costa (PL-AL) questionou os critérios adotados pelo Ministério da Justiça e anunciou que cobrará explicações aos órgãos competentes.
Para o parlamentar, a medida representa um ataque à fé cristã e levanta questionamentos sobre o tratamento dado pelo governo a conteúdos religiosos destinados às famílias brasileiras.
A controvérsia reacende o debate sobre os critérios utilizados pelo governo federal para classificar produções infantis, especialmente quando a decisão atinge uma animação que apresenta histórias e ensinamentos da Bíblia. — É o Mundo


