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Horário de verão começa em 16 de outubro e vai até 19 de fevereiro

Medida será adotada nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país.
Ideia é reduzir uso de eletricidade; relógios são adiantados em uma hora.
Paisagem de verão em SC, um dos estados que adota o horário de verão (Foto: Carolina Lopes/G1 )
Moradores das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país deverão adiantar os relógios em uma hora a partir do próximo dia 16, quando começa o horário de verão. A medida busca proporcionar economia de energia, aproveitando o maior tempo de incidência da luz do sol. A mudança permanece em vigor até o dia 19 de fevereiro de 2017.
O horário de verão será adotado pelo Distrito Federal e pelos estados de Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo.
A medida afeta principalmente o consumo de energia no horário de pico, entre 18h e 21h. Na temporada passada, entre o fim de 2015 e o início de 2016, a adoção do horário de verão reduziu a demanda por eletricidade em 2,6 mil megawatts(MW), ou 4,5% do consumo médio dessas três regiões.
A queda no consumo permitiu ao país poupar água dos reservatórios de hidrelétricas nessas regiões. Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), o Brasil também economizou R$ 162 milhões ao reduzir a necessidade de uso das usinas termelétricas, que têm energia mais cara.
Mapa dos estados que adotam horário de verão no país (Foto: GloboNews/Reprodução)
Histórico
Esta será a 41ª edição do horário de verão no país. A primeira vez ocorreu no verão de 1931/1932. O objetivo é estimular o uso racional e adequado da energia elétrica.
Os dias de começo e término do horário de verão foram padronizados por um decreto de 2008. Pelo texto, os relógios são adiantados no terceiro domingo de outubro de cada ano, e voltam à sincronia habitual no terceiro domingo de fevereiro.

Candidata descobre na urna que fez campanha com número errado

Ao votar, candidata descobre que fez campanha com número errado em RO
'Santinhos' da vereadora foram distribuídos com número diferente ao do TRE.
Candidata fez boletim de ocorrência registrando o caso.
Dia de votação em Guajará-Mirim: Candidata a vereadora erra número em santinhos de campanha (Foto: Júnior Freitas/G1)
Uma candidata a vereadora em Guajará-Mirim (RO), distante 330 quilômetros de Porto Velho, descobriu que fez campanha para si mesma com o número errado somente na hora de votar. Ao tentar registrar seu nome nas urnas, o voto aparecia como nulo. Segundo o Tribunal Regional Eleitoral (TRE), o 'santinho' da vereadora não estava com o número oficial de registro no órgão.
Em entrevista ao G1 na tarde deste domingo (2), a candidata a vereadora pelo PTN, Edilamar Quintão, falou que fez a divulgação de sua campanha durante 45 dias com o número 19.159, mas foi pega de surpresa quando foi votar em si mesma e não conseguiu.
"Quando digitei apareceu candidato inexistente, então chamei o presidente da seção para ver o que estava acontecendo. Ele conferiu o número e disse que era 19.789. Fiquei frustrada e estou muito decepcionada com isso", comentou Edilamar.Ao G1, o chefe de cartório da 1ª Zona Eleitoral do município, Diogo Anderson Lopes, disse que a candidatura foi registrada com o número 19.789, com a assinatura e o devido conhecimento da candidata a vereadora, conforme consta no documento oficial de registro.
"Ela já compareceu aqui no cartório eleitoral para tratar do caso. Pode ter havido algum erro na gráfica ou da própria coligação. No nosso sistema o número certo é 19.789, mas ela fez toda a campanha com o número 19.159", explicou Diogo.
Dia de votação em Guajará-Mirim: Registro da
candidata no cartório eleitoral era um e o número
nos santinhos da campanha era outro
(Foto: Júnior Freitas/G1)
Ele declarou ainda, que a candidata será prejudicada em relação aos votos computados. Segundo ele, o número divulgado na campanha é inexistente e os eleitores não conseguirão votar na candidata.
"Quem votar neste número vai estar anulando seu voto. Ela não vai ter nenhum registro devido a essa situação, nem o dela próprio. A Justiça Eleitoral não tem nada a ver com este erro, pois tudo foi feito de acordo com as normas", justificou o servidor.
A candidata registrou um boletim de ocorrência na Delegacia Regional de Polícia Civil e disse que pretende procurar orientação de um advogado.
"Estou me sentindo muito prejudicada, pois agora não dá mais tempo para nada. Vou ser a piada da cidade e com certeza minha candidatura foi por água abaixo. Essa situação é difícil", desabafa.
Segundo o Juiz Eleitoral Paulo José do Nascimento Fabrício em Guajará-Mirim é a primeira vez que aconteceu esse tipo de ocorrência. "É uma situação inusitada, pois nunca tinha visto nada parecido nas eleições. Ela não tem como recorrer, pois o erro não partiu do TRE", disse o Juiz responsável pelas Zona Eleitoral de Guajará-Mirim e Nova Mamoré.

Estudo financiado pela NASA explica o colapso das civilizações

Ao longo da história, as grandes civilizações da humanidade caíram uma atrás da outra, como se isso fosse um desfecho inevitável após alcançar o apogeu.
Seja a Mesopotâmia ou o Império Romano, todos tiveram seu declínio inexorável apesar de terem sido grandes potências.
A NASA financiou um estudo para encontrar os fatores que fazem com que uma civilização entre em colapso. Em conformidade com a teoria marxista, afirma-se que o nascimento de elites causa um desperdício de recursos e que elas custam muito caro à sociedade. “Dois fatores importantes parecem estar presentes em diferentes sociedades que desmoronaram: a escassez de recursos, consequência da pressão exercida sobre a capacidade limitada dos recursos naturais, e a estratificação econômica da sociedade em elites e massas”, explica o estudo.
Devido à fórmula “dinâmica homem-natureza”, na qual são medidos fatores como taxa de natalidade, recursos e renda, foi possível criar uma equação matemática aplicável a diferentes períodos históricos. O resultado do estudo definiu que, à medida que a sociedade se torna mais complexa e a classe alta se separa da massa, a desigualdade na distribuição de recursos faz com que haja um colapso.
Por outro lado, o estudo concluiu que: “o colapso pode ser evitado e a população pode alcançar um estado de equilíbrio em sua capacidade máxima de produção se o nível de exploração da natureza se reduzir a um nível sustentável e se os recursos forem distribuídos de forma igualitária”.
O estudo foi financiado pelo Goddard Space Flight Center da NASA e liderado pela National Science Foundation's Safa Motesharrei.
Fonte: The Atlantic
Imagem: krivinis/Shutterstock.com

"Toda vez que eu orava para Alá, ouvia uma voz dizendo: Jesus, Jesus", diz ex-muçulmano

Depois de ouvir o nome de Jesus durante suas orações à Alá, o homem conheceu mais sobre Deus após aceitar o convite de conhecer uma igreja.
Deus respondeu suas orações de uma forma incrível. (Foto: Reprodução).
Um ex-muçulmano teve seu mundo virado de cabeça para baixo quando começou a ouvir “Jesus! Jesus” toda vez que orava para Alá. Ele ficou extremamente confuso e implorou para que ele parasse de ouvir as vozes. Foi aí que uma amiga o convidou para ir à igreja.
Depois de frequentar a congregação, ele ainda não estava convencido. Mas sua amiga, Rosie, não desistiu e continuou a falar com ele sobre Jesus. Então, ele decidiu que iria tentar mais uma vez e foi em uma igreja diferente. Ele fez uma oração: "Jesus, se você é meu Salvador, hoje é o dia que você precisa me mostrar. Caso contrário, eu voltarei a ser um muçulmano novamente".
Então, algo notável aconteceu. "Na igreja, começaram a cantar e minha alma ardeu", disse o homem. "Nesse momento eu me perguntei o que estava acontecendo. Estava sentindo um imenso amor, com muitas emoções misturadas. Eu estava amando tudo aquilo e não queria que parasse. Agora eu sei que o Espírito Santo me batizou. Mas, na época, eu não tinha essa ideia", explicou.
"No meu coração e na minha mente, eu conheci a Deus. E eu entendo que Jesus é meu salvador. Eu comecei a ler a Bíblia. A Bíblia se tornou como um alimento. Estou estava me alimentando da palavra de Deus", pontuou.
"Eu comecei a orar por revelação. Eu acordava no meio da noite, dizendo: ‘Deus, você precisa me mostrar o caminho’ e isso se tornou uma obsessão", disse ele.
Deus respondeu suas orações de uma forma incrível. "Um dia eu acordei, saí do quarto e vi à minha direita uma imagem enorme de luz. Esta luz era o rosto de Jesus. Era tão lindo, senti um amor muito grande sobre mim, naquele momento. Eu tive uma revelação do próprio Jesus. Deus desceu e me mostrou Jesus", contou.
"Agora eu não paro mais de orar. Estou amando ser cristão, e eu estou amando Deus. Ele mudou completamente a minha vida. Eu sou uma pessoa completamente diferente", finalizou.

Pela segunda vez na história, uma negra vence o Miss Brasil

Raissa Oliveira Santana, do Paraná, foi coroada neste sábado

Desde 1954, quando foi realizada a primeira edição do Miss Brasil, apenas uma mulher negra havia ganhado o concurso até a noite deste sábado. Raissa Oliveira Santana, de 32 anos, a Miss Paraná, foi escolhida entre as 27 concorrentes e anunciada como vencedora em cerimônia realizada em São Paulo e apresentada por Daniele Suzuki e Cássio Reis.
A segunda colocada foi a miss Rio Grande do Norte, Danielle Marion, e a terceira foi a miss Maranhão, Daise D'Anne, que também é negra. A Miss Brasil recebeu, além da coroa, uma viagem para a Itália, um carro zero quilômetro e um conjunto de joias em ouro branco. As três ganharam uma viagem com acompanhante para Cartagena, na Colômbia e as duas melhor colocadas, um conjunto de joias.
A edição 2016 do Miss Brasil BE Emotion teve seis finalistas negras, que representam Rondônia, Bahia, Paraná, Maranhão, São Paulo e Espírito Santo. No ano passado, apenas a Miss Distrito Federal, Amanda Albino, era negra. Embora recorde na disputa, o número ainda é baixíssimo em relação ä população do país. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geograria e Estatística (IBGE), 53% dos brasileiros se declararam negros ou pardos na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) em 2014.
A primeira negra coroada como Miss Brasil foi Deise Nunes, em 1986. A serratalhadense Tallita Martins foi a representante de Pernambuco na competição de 2016. A modelo, de 20 anos, foi a quarta da cidade sertaneja a vencer a edição estadual. A última foi na década de 1970, Matilde de Souza Terto.
Apenas seis vencedoras das edições estaduais do concurso de miss em 2016 são negras. Fotos: Lucas Ismael/Divulgaçã