Caso Beatriz: mãe da menina assassinada em Petrolina inicia greve de fome

A mãe de Beatriz Mota, estudante de 7 anos morta com mais de 40 facadas durante uma festa do Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, em Petrolina, iniciou uma greve de fome nesta quinta-feira (18). Lúcia Mota teria descoberto o paradeiro de Alisson Henrique de Carvalho, considerado foragido pela polícia por ter apagado imagens que poderiam ajudar a esclarecer o crime, sem solução desde 2015. Ela acionou a Polícia Militar para efetuar a prisão, mas ninguém respondeu no endereço onde o suspeito estaria. A greve de fome foi iniciada para pressionar a Justiça a liberar um mandado de busca e apreensão no local.
Em dezembro do ano passado, o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) decretou a prisão preventiva de Alisson Henrique, funcionário da escola onde a menina Beatriz Mota foi encontrada morta, em dezembro de 2015. A criança de 7 anos levou mais de 40 facadas durante uma festa no Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, em Petrolina, no Sertão do estado. Ela estudava na instituição, onde o pai também era professor. Considerado foragido pela polícia, Alisson havia sido interrogado sobre o desaparecimento das imagens, negando ter apagado os registros que mostrariam o assassino de Beatriz.
A Polícia Civil de Pernambuco informou, em nota, que “entende a emoção e dor dos familiares da menina Beatriz Mota e reitera o compromisso de todas as forças de segurança do Estado para a elucidação do caso”.