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Toda história tem dois lados: Vereador esclarece que o ocorrido foi um mal entendido

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O vereador Fábio Torres, em Sessão Extraordinária da Câmara Municipal, esclareceu à população o que de fato aconteceu em relação ao projeto que foi mal interpretado. Em pronunciamento oficial, o vereador fala da legalidade e dos trâmites até a votação, e os motivos que o fizeram votar a favor do projeto e também pela manutenção do veto do mesmo.
O vereador chegou a afirmar: "Creio que as pessoas me têm como alguém sério, direito, como uma pessoa honesta. Para mim, neste momento, é uma oportunidade para que as pessoas continuem tendo essa visão quem têm até hoje a meu respeito".
O vereador ainda leu o artigo 33 da Lei Orgânica Municipal que diz: "A remuneração do prefeito, vice-prefeito e vereadores será fixada pela Câmara Municipal no último ano da legislatura até 60 dias antes das eleições municipais, vigorando para a legislatura seguinte, observado o disposto na Constituição Federal".
O projeto de lei que acabou sendo o causador de uma grande polêmica teve fundamento no mandamento estabelecido no artigo 29, inciso VI, da Constituição Federal de 1988, onde elenca uma série de preceitos que devem ser observados pelas Câmaras Municipais ao exercerem sua competência de fixação dos subsídios dos Vereadores da próxima legislatura, haja vista que os futuros vereadores que serão eleitos não poderão legislar em causa própria e, por isto, os atuais é que reajustam os vencimentos do período seguinte.
Fábio Torres está no seu 3° mandato e carrega a marca de ter sido o vereador recordista de votos em uma única eleição no município, em 2008 foram 750 votos, já em 2016, o vereador foi o segundo mais bem votado, com a marca de 436 votos.