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"E haverá sinais no céu" - tais sinais estão ocorrendo cada vez mais com frequência, seriam anúncio do fim?

Neste domingo, dia 17 de fevereiro de 2019, me surpreendi com uma imagem nos céus da cidade de Caruaru que para aqueles mais religiosos, certamente fará lembrar um importante símbolo cristão "o cálice e o pão", como foi utilizado por Cristo na sua última ceia, Lucas 22:19. A imagem encontra-se no Facebook de Josinete Santana (veja aqui).
Diferentes fotografias vem viralizando e gerando um amplo debate sobre serem (ou não) sinais que o fim se aproxima.
O Novo Testamento afirma que “haverá sinais no céu e na terra” antes do fim. Baseado nisso, muitos sites e blogs dedicam-se constantemente a procurar indícios de quais seriam esses sinais antes da volta de Cristo.
Imagem semelhante ao visto em Petrolina (o blog desconhece a origem da imagem retratada)
Em Petrolina, recentemente pessoas relataram terem visto um homem montado em um cavalo no céu. Segundo informações vários trabalhadores rurais em um ônibus relatam que viram por volta das 18hs no céu um homem montado em um cavalo preto com vários anjos próximo a ele.
Confira os áudios:

Veja mais um dos áudios:

Milhares de cristãos são mortos em Mianmar e a mídia se cala

A ONU, inclusive, recusou-se a reconhecer que havia um genocídio contra cristãos, embora fosse o grupo mais atingido.
Foto: Reprodução Sky News
O mundo todo vem falando nos últimos meses sobre a perseguição generalizada contra os muçulmanos da etnia Rohingya pelos militares de Mianmar. Classificado como “genocídio” e “limpeza étnica” pela ONU, foi igualmente condenada pelo papa Francisco, que visitou o país em 2017.
Contudo, a etnia Kachin, majoritariamente cristã está enfrentando um “genocídio silencioso”, com registros de milhares de mortes nos últimos meses, enquanto a mídia ignora o assunto. Uma situação muito similar a da guerra na Síria e Iraque, onde o Estado Islâmico massacrava todas as minorias religiosas, mas apenas o que acontecia com os yazidis recebia atenção.
Na época, a ONU, inclusive, recusou-se a reconhecer que havia um genocídio contra cristãos, embora fosse o grupo mais atingido.
Agora, a rede europeia de TV Sky News rompe o silêncio sobre a situação dos cristãos em Mianmar. Na noite desta terça, 5 de junho, uma reportagem investigativa revelou que, nas regiões mais isoladas de Mianmar, a minoria Kachin está sendo dizimada.
A equipe de investigação conseguiu viajar e documentar a situação, mostrando testemunhos dos moradores locais, que falaram sobre como a “segunda campanha genocida” está em andamento. A emissora diz que o governo tenta dificultar o acesso dos jornalistas e agências de ajuda à região.
O povo Kachin, que tem lutado pelo seu direito de autodeterminação já formou grupos paramilitares para se defender, o chamado Exército Independente Kachin, que combate os ataques das forças militares ligadas ao governo, guiados pelos nacionalistas budistas.
Os moradores da região relatam que os ataques aumentaram significativamente desde janeiro. Aldeias são invadidas, casas incendiadas e eles não poupam nem as crianças do massacre. “Estou convencido de que o governo está tentando limpar etnicamente o povo Kachin”, disse Lashi Ókawn Ja, mãe de quatro filhos. “Sempre que eles identificam alguém do nosso povo, tentam nos matar. Estupram as mulheres, mesmo as que estão grávidas”.
O general Sumlut Gunmaw, vice-presidente do Conselho de Independência de Kachin, ressalta que o governo está submetendo seu povo a uma grande perseguição. “Talvez suas ações contra nós não sejam tão intensas quanto a violência contra os rohingya, mas suas intenções são as mesmas. Eles querem nos eliminar”, lamentou.
A missão Portas Abertas, que coloca Mianmar em 24ª no ranking dos países onde os cristãos sofrem a pior perseguição em todo o mundo, já alertou para a grande violência contra os Kachin.
Atualmente, centenas de milhares deles são forçados a viver em campos de refugiados internos, sem acesso contínuo à comida e saúde.
Segundo a Portas Abertas, os movimentos budistas radicais, como o Ma Ba Tha, frequentemente visam seguidores de Cristo como seus inimigos, por representarem uma religião “estrangeira”.
O ativista dos direitos humanos San Htoi, advertiu que uma “guerra invisível” está ocorrendo e acusou a mídia internacional de se concentrar apenas na crise Rohingya, ignorando a situação dos Kachin. Com informações de Christian Post
Assista:
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Cerco contra cristianismo se fecha: Exposição de “arte” associa versículo com imagem de cunho sexual e Globo ataca com beijo Gay na novela das 8h.

Cristãos de João Pessoa repudiaram mostra blasfema
A exposição de arte Sui Generis, realizada na Usina Cultural Energisa, em João Pessoa, Paraíba, apresentou uma obra que gerou revolta dos cristãos.
O quadro do artista paraibano Lucas Gomes, conhecido pelo nome artístico de Kai Oliveira, mostra o trecho da Bíblia: “Tomai e comei, esse é o meu corpo” associado a uma imagem de cunho sexual.
A comunidade católica Casa Monsenhor Catão emitiu uma nota de protesto que afirma: “Atribuir a tais sinais sagrados uma conotação sexual se trata de um escárnio e vilipêndio sem precedentes! Ainda mais quando tal exposição se encontra aberta à visitação de crianças de qualquer idade, que muitas vezes são conduzidas ao local por suas escolas sem que suas famílias sequer saibam do que se trata a exposição”.
O assunto também foi debatido na Câmara de Vereadores da cidade. A vereadora Elisa Virgínia fez um discurso onde destacou que “Está previsto no artigo 208 do Código Penal. Vilipendiar, escarnecer esculturas sagradas e instrumentos religiosos é crime e a pena é de um mês a um ano. É um desrespeito a mais de 90% do povo brasileiro que é cristão”.
Reclamou ainda que o quadro “desenha um pênis completo, onde se forma uma nádega para cima. E coloca: ‘Tomai todos e comei, esse é o meu corpo’. Esse versículo é usualmente falado durante a Santa Ceia, onde as pessoas estão ali para partilhar o corpo de Cristo em memória dele. Como é que um rapaz como esse tem a capacidade de magoar a fé cristã dessa forma? É um absurdo e eu não vou tolerar. Se quiserem me chamar de intolerante, eu aceito. É um elogio”, considerou a parlamentar evangélica.
Apesar do protesto de Elisa e de outros dois vereadores, a peça continuará em exposição até 31 de maio, quando encerra a mostra. Com informações de Portal T5
BEIJO GAY EM HORÁRIO NOBRE:
Matéria diz que Beijo gay e interracial entre atores de ‘Outro Lado’ repercutiu favoravelmente na web e que os internautas demonstraram estar do lado do casal fictício. Veja:
O público da novela ‘O Outro Lado do Paraíso’ vibrou com o beijo entre Cido, papel de Rafael Zulu, e Samuel, vivido por Eriberto Leão, que, depois de muita resistência, se renderam ao que sentem um pelo outro. Na web, internautas demonstraram estar do lado do casal fictício, que ainda se declararam com um “Eu te amo”, fazendo derreter o coração de muitos telespectadores. “Até que enfim uma cena linda entre Cido e Samuel, muito lindo!”, comentou uma usuária do Twitter.
Alice Wegmann, no ar em ‘Onde Nascem os Fortes, também vibrou com a cena. “Viva o amor!”, escreveu ela em seu Stories. 
Opinião: para quem tem boa memória, lembra a polêmica que foi quando a Globo apresentou o seu primeiro beijo gay na TV. Poucos anos se passaram, desde o ano de 2014, quando no capítulo final de "Amor à vida" teve o primeiro beijo gay apresentado na Globo. Hoje em dia, não vemos quase críticas, e sim mais elogios, prova que a sociedade aos poucos está se moldando aos valores globais e os valores morais e cristãos aos poucos estão se definhando na sociedade em que vivemos. Agora é só esperar o próximo capítulo da Globo, sobre o que virá pela frente!

Padre Fábio de Melo é perseguido por falar mal de macumba! Jornal O Globo acusou o padre de "intolerância religiosa" e religioso teve que pedir perdão!

Um vídeo publicado em uma fanpage com o nome do padre Fábio de Melo gerou controvérsia nos últimos dias. Com quase três milhões de visualizações, o material de três minutos é um trecho de uma homilia do padre cantor.
A legenda diz “não tenha medo de macumbas, você tem o poder de fazer milagres”. Citando o trecho do final do evangelho de Marcos, o padre diz: “Você tem o poder de expulsar demônios e treme todo quando vê aquela galinha preta na porta de sua casa… Fizeram macumba contra mim!”.
Melo afirma também que os cristãos que temem obras de macumbaria e mau-olhado “não conhecem a força do Cristo ressuscitado”.
“Com todo o respeito a quem faz a macumba. Pode fazer e pode deixar na porta da minha casa que, se estiver fresco, a gente come”, afirmou, sob aplausos. “Com todo o respeito a quem acredita nisso, mas não é uma compreensão cristã, porque estamos debaixo dos raios misericordiosos do Senhor, que nos livrou de todo o mal.”
Os comentários no vídeo deixam claro que a maioria dos seguidores do padre no Facebook concorda com a postura do líder religioso. Contudo, um grande número de pessoas reclamam dele, fazendo críticas e dizendo que ele estava sendo “intolerante” e até “racista”.
O jornal O Globo em publicação desta quinta (10) acusou Fabio de Melo de “intolerância religiosa” o que nitidamente atraiu um grande número de protestos.
Babalaô exige retirada do vídeo

Igreja para agradar comunidade LGBT remove referências bíblicas sobre a procriação e o termo “marido e mulher” de cerimônias de casamento.

A Igreja Episcopal dos Estados Unidos decidiu eliminar os termos “marido” e “esposa” de sua liturgia de casamento. O celebrante da cerimônia passaria a referir-se apenas à “união dessas duas pessoas”. Frases relacionadas à “procriação” também serão excluídas, pois podem ofender aqueles que não se identificam como heterossexuais.
A decisão faz parte de mais uma iniciativa para agradar a comunidade LGBT. O objetivo seria tornar as cerimônias de casamento da igreja mais “amigáveis ​​aos gays”, afirma o jornal Telegraph. Os episcopais são uma das igrejas que mais apoia o conceito de “cristão gay”, realizando cerimônias e casamento homoafetivo e também ordenando pastores e pastoras homossexuais.
Sendo membro da Comunhão Anglicana Mundial, a Igreja Episcopal dos EUA está subordinada à liderança da Inglaterra, que não aprovou as alterações no Livro de Oração Comum, uma espécie de manual para cerimônias da denominação.
O Secretário Geral da Igreja Anglicana, William Nye, criticou fortemente a mudança e ameaçou cortar os laços com a Igreja dos EUA se decidir introduzir esse “novo tipo de cerimônia” e ignorar a redação clássica.
Ele pediu que a liderança da denominação nos EUA evite “redefinir o casamento”, acrescentando que esse novo rito “constitui uma clara divergência em relação ao casamento realizado ao longo da história da Igreja Cristã”.

Israel faz 70 anos, como “cumprimento da grande profecia”

O ressurgimento do estado de Israel foi milagroso, acredita historiador
Israel iniciou hoje (18) as celebrações de seu septuagésimo aniversário de independência. Em 14 de maio de 1948, David Ben Gurion anunciou o estabelecimento do Estado judeu. Quase dois mil anos depois de ter “desaparecido”, Israel voltar a tomar o seu lugar entre as nações.
O vice-ministro de Diplomacia Pública e historiador de Israel, Michael Oren, lembro que poucas horas depois de seu ressurgimento, seis nações árabes atacaram o país, inconformados com a decisão da ONU de permitir que os judeus reocupassem a terra de seus antepassados.
Ele aponta para os elementos da “Guerra da Independência”, que ocorreu entre maio de 1948 e janeiro de 1949. “Havia 600 mil pessoas aqui, mais ou menos do tamanho de uma cidade ocidental de porte médio. Eles tinham pouco armamento e combateram seis exércitos árabes ao mesmo tempo. Israel não tinha economia forte, nem aliados e parte de sua população eram sobreviventes vindos da Europa depois do Holocausto!”, destaca.
Após desse “batismo de fogo”, Israel não apenas sobreviveu, também prosperou muito. “Nossa economia tem uma das maiores taxas de crescimento do mundo. Temos um dos exércitos mais poderosos do mundo; somos líderes mundiais em tecnologia e Israel regularmente fica nas listas de países mais poderosos do mundo”, resume Oren.
Para ele, “Em perspectiva histórica, a situação de Israel não é menos que um milagre.”
O sentimento do primeiro primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu é o mesmo. Durante a Conferência de Mídia Cristã, em outubro de 2017, o premiê foi perguntado “por que Israel tenta ajudar tantas outras nações quando está cercado de inimigos por todos os lados?”
Tikun Olam – a reparação do mundo
Netanyahu disse à plateia: “Porque somos uma luz para as nações. É o cumprimento dessa grande profecia. Na verdade, é isso que Israel está fazendo. Vocês podem ver isso acontecendo em lugares como Haiti, Filipinas ou México”.
Ele deu vários exemplos, destacando que, quando Israel enviou ajuda ao México após o recente terremoto devastador no ano passado, os mexicanos os aplaudiram nas ruas.

Terremoto no México
“Eles simplesmente amam Israel e você vê isso em muitos lugares ao redor do mundo. As pessoas dizem, o que vocês estão fazendo? A resposta é: Estamos cumprindo nossos valores mais profundos, Israel é uma luz para as nações”, assegurou.
Mas há outra profecia que está se cumprindo: Israel não está apenas indo para as nações, mas agora as nações estão vindo para Israel.
Isso aconteceu de diferentes maneiras. A recente convenção Our Crowd atraiu para Jerusalém 10.000 pessoas, de 90 países de todo o mundo. Era um encontro de inovação e investimento de alta tecnologia.
Jonathan Medved, o fundador da Our Crowd, explicou que o que está acontecendo hoje é um reflexo do que aconteceu em Israel por 4.000 anos. “Nós somos chamados de a nação startup. Sempre fomos sonhadores aqui em Israel, desde o tempo de Abraão e dos profetas, sempre houve notícias incríveis vindo deste país”, afirma.
Shahar Shilo, consultora do Museu da Torre de Davi, na entrada da Cidade Velha de Jerusalém. Ele lembra que muitos acreditam que o espaço fazia parte do palácio do Rei Herodes onde, há dois mil anos, ocorreu o julgamento de Jesus.
O especialista assegura que, desde a sua fundação, Israel preservou os locais históricos e bíblicos, escavou seu antigo passado e abriu suas portas para pessoas de todas as religiões. Ele diz que essa é uma das missões especiais de Israel.
“O turismo é muito mais do que apenas ganhar dinheiro. O turismo é fazer amigos. Pelo turismo criamos parceria com pessoa de todo o mundo. Estamos sempre dizendo, antes de vir para Israel quando você lê a Bíblia, você só imagina. Quando visita Israel, cada história, seja sobre Paulo, Pedro, Maria ou Jesus. Tudo é vívido e vibrante, eu diria em full HD ou 4k. Algo acontece em sua alma e você nunca mais será o mesmo”, descreve, entusiasmado.
Seja ajudando o mundo através do alcance humanitário, trazendo inovação para os investidores globais ou sendo administrando os lugares bíblicos, muitos acreditam que estes são simplesmente um cumprimento da missão de Israel para o mundo – Tikun Olam – o princípio judaico de reparar o mundo. Como o profeta hebreu Isaías escreveu há quase 2.700 anos, ser, de fato, uma luz para as nações. Com informações de CBN
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Conflito na Síria já evoluiu para uma “miniguerra mundial”

São pelo menos 13 países envolvidos em 7 anos de confrontos
Já são mais de sete anos de conflito na Síria, com um saldo superior a 400 mil mortos, segundo a ONU. Desde que teve início, o embate de forças já foi chamado de “primavera árabe”, “guerra civil”, “guerra contra o Estado Islâmico” e agora especialistas apontam que se trata de uma “miniguerra mundial”.
O fato é que 19 países participaram direta ou indiretamente nas batalhas que ainda causam muita confusão no Ocidente sobre quais as reais motivações e consequências, quando ela chegar ao fim.
No início, dizia-se que era um conflito interno, opondo as forças do presidente Bashar al-Assad, considerado um ditador por parte de seu povo, e as forças “rebeldes”, que visavam uma mudança no país marcado por grandes índices de desemprego e grande pobreza.
Desde seus primórdios, em 2011, 13 lançaram ataques diretos, enquanto outros seis ofereceram apoio bélico.
Entendo quem são eles e como é sua atuação:
Rússia
Desde os tempos da União Soviética Moscou apoia a Síria, tendo interesse na saída para o mar do país, que poderia facilitar o escoamento da produção de petróleo.
Sabe-se que o governo de Vladimir Putin é o principal apoio do governo sírio, enviando armas e soldados para lá. O argumento sempre foi que combatiam as forças rebeldes, sobretudo as do Estado Islâmico, que dominava mais de um terço do território sírio até o ano passado.
Desde setembro de 2015 a Rússia aumentou sua participação no conflito, fazendo seguidos ataques aéreos e bombardeios, o que deu sobrevida a Assad.
O problema é que, segundo uma comissão de inquérito da ONU, em meios aos ataques russos, morreu um grande número de civis.
Estados Unidos
Sob o governo do ex-presidente Barack Obama, os Estados Unidos faziam um discurso aberto sobre derrubar Assad e ajudar grupos islâmicos que chamava de “moderados”. Após o ataque químico de 2013, Washington prometeu um bombardeio em retaliação, mas nada fez.
Estima-se que, desde 2014, os EUA lideraram uma coalizão de países ocidentais e aliados regionais, em mais de 11 mil ataques aéreos em solo sírio.
Quando assumiu o poder, em 2017, o presidente Donald Trump afirmou que iria rever a participação dos americanos na guerra. No início deste mês chegou a prometer a retirada de suas tropas, por entender que o papel dos EUA estava “cumprido” após o fim do domínio do Estado Islâmico.
O ataque em conjunto com o Reino Unido e a França na semana passada mostram que a situação não tem prazo para mudar.
Reino Unido
Parte da coalizão de países que se opõe a Assad, desde 2015, os aviões de guerra britânicos concentravam seus bombardeios às posições do Estado Islâmico, incluindo os poços de petróleo sob o controle do grupo extremista.
Desde que surgiram novas acusações de ataque com armas químicas, o gabinete de Theresa May avisou que esse tipo de situação “não poderia ficar impune”.
França
A França tem ligações históricas com a Síria e um interesse no resultado da guerra civil desde seu início, sempre se opondo à continuidade do presidente Bashar al-Assad no poder.
Desde 2013 os franceses vêm dando armas e apoiando militarmente os rebeldes. Logo que assumiu o poder, o presidente Emmanuel Macron vem defendendo repetidamente uma intervenção para derrubar Assad definitivamente.
Canadá
Nos primeiros anos do conflito, o Canadá fez parte da coalizão liderada pelos EUA que enfrentou o Estado Islâmico no Iraque e também na Síria. Quando primeiro-ministro Justin Trudeau assumiu, em 2016, retirou seus soldados do terreno, mas continuou apoiando publicamente a coalizão.
Austrália
Assim como o Canadá, a Austrália fez parte da coalizão que bombardeou o Estado Islâmico no Iraque e na Síria.
Quando um desses ataques resultou na morte de quase 90 soldados sírios, confundidos com as milícias do EI, o primeiro-ministro australiano, Malcolm Turnbull, pediu desculpas pelo erro.
Holanda
Entre 2014, a Holanda aceitou participar da campanha militar contra o Estado Islâmico. O país realizou centenas de ataques aéreos com aviões F-16 contra as bases do EI. Desde 2016 decidiu intensificar sua participação, enviando mais soldados para a Síria.
Irã
O Irã é a maior nação xiita do mundo e tem interesse estratégico na Síria. Seu temor era que o país caísse sob o domínio da Arábia Saudita, que é sunita, que está aliada com os Estados Unidos.
Sua contribuição tem sido fundamental para o governo de Assad, com Teerã enviando tropas em solo e investindo bilhões em assistência técnica e financeira. Além disso, subsidia a participação do Hezbollah, grupo extremista libanês, no conflito.
Existem várias bases militares iranianas na Síria, que Israel vem denunciando como parte de um plano de dominação territorial.
Turquia
Não se sabe ao certo de que lado a Turquia está. O governo de Ancara sempre manteve o discurso de apoio à coalizão liderada pelos Estados Unidos, mas há registros de negociações para compra de petróleo quando o Estado Islâmico tinha dezenas de poços sob seu controle.
Desde o final do ano passado, o presidente Erdogan tem concentrado sua intervenção no norte da Síria, onde luta contra os curdos, a quem chama de “terroristas”.
Arábia Saudita
Os sauditas já enviaram, desde 2011, uma grande quantidade de armas para grupos rebeldes na Síria, fornecendo-lhes também inteligência e apoio estratégicos.
Participaram de vários ataques aéreos em estreita colaboração com os EUA. Também lutam veementemente para impedir o aumento da influência do Irã na região.
Israel
Ao longo desta guerra, aviões de guerra israelenses entraram no território sírio para bombardear alvos estratégicos que considera um perigo para sua segurança.
Embora tecnicamente neutro, Israel protege sua fronteira norte, opondo-se à influência do Irã e do Hezbollah, seus inimigos declarados.
Recentemente, Israel lançou um ataque aéreo “em grande escala” contra 12 alvos militares, onde afirma que destruiu metade das defesas aéreas sírias.
Bahrein e Jordânia
Bahrein e Jordânia são outros países do Oriente Médio que já realizaram ataques na Síria.
A Jordânia participou da coalizão liderada pelos EUA quando o EI ameaçou abertamente derrubar o rei Abdullah. Além de disparar foguetes contra o território jordaniano, os jihadistas conseguiram derrubar um avião militar, em 2014. O minúsculo Bahrein juntou-se aos ataques contra o EI na Síria em 2015.
Há registros de outras nações envolvidos de forma menos direta no conflito. A Alemanha enviou 1,2 mil soldados para a Síria, seu maior contingente militar em todo o mundo.
A Noruega participa oficialmente da coalizão liderada pelos EUA, apoiando os rebeldes que se antagonizam a Assad. A Líbia, após a queda de Muammar al-Gaddafi, enviou tropas e armas em apoio às forças rebeldes por um curto período de tempo.
A situação do Iraque era muito semelhante à da Síria quando tinha parte de seu território dominado pelo Estado Islâmico. Recentemente, abriu seu espaço aéreo para a passagem de aviões iranianos em apoio a Assad. Com informações BBC e Washington Post
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A restauração de Israel é um grande “sinal do fim”, lembra estudioso

Ressurgimento de Israel como nação completa 70 anos esta semana
Teólogo e autor profícuo, Perry Stone já escreveu muito sobre o papel de Israel no cenário do final dos tempos, segundo as Escrituras. Ele entende que a proximidade dos 70 anos do ressurgimento de Israel como nação, a ser comemorado em 18 de abril, deveria ser vista mais de perto pelos estudiosos da Bíblia.
Dentro da história do povo judeu, 70 é um número bastante significativo, sendo o período que ficaram cativos na Babilônia, por exemplo (cf Daniel 9:2 e Jeremias 29:10). Para alguns eruditos, a indicação do Salmo 90:10 é que 70 anos seria o número designado por Deus para uma geração.
Conforme lembra Stone, “Os profetas bíblicos previram uma série de restaurações que se desdobrarão antes do retorno do Messias. Quando essas previsões começam a acontecer, é uma grande testemunha que o fim dos tempos está próximo e o reino do Messias está no horizonte. E o primeiro grande evento seria o restabelecimento de Israel como nação”.
Por utilizar o calendário bíblico as datas desse calendário lunar variam a cada ano no calendário ocidental (solar). Oficialmente, a data da Independência do Israel moderno é ‎dia 5 de Lyar de 5708; 14 de maio de 1948 para o resto do mundo. Em 2018, a data corresponde a 18 de abril.
O fato é que mais de 100 anos antes de Israel renascer, estudiosos da Bíblia que aceitavam a interpretação literal das profecias começaram a escrever e ensinar que os judeus deviam retornar a uma nação chamada Israel antes da vinda do Senhor novamente sobre a Terra.

Milícias islâmicas incendeiam 15 aldeias cristãs, massacram moradores e destroem igrejas

Ataques fazem parte de programa sistemático de eliminação do cristianismo na Nigéria
Membros de milícias islâmicas invadiram 15 aldeias cristãs no estado de Adamawa, nordeste da Nigéria. Eles destruíram as igrejas, massacraram os moradores em uma nova onda de perseguição religiosa.
Por terem ocorrido em locais isolados, os fatos demoraram para serem expostos, mas são dezenas de mortos por jihadistas que parecem comprometidos a cumprir sua promessa de “limpar” o país de seguidores do cristianismo.
Representantes da missão Portas Abertas falaram com testemunhas. Elas contam que os responsáveis são milícias fulani. Essa é uma das maiores etnias da África, sendo majoritariamente muçulmanos. Embora o governo nigeriano venha tratando esses ataques como conflitos étnicos, existem vários relatórios que os homens estavam fortemente armados e alguns ataques tiveram cobertura de helicópteros.
Um dos homens ouvidos pela missão testemunha: “O ataque ocorreu em plena luz do dia, quando as pessoas estavam indo para a igreja. Eles perseguiram e mataram os moradores, queimaram nove igrejas e muitas casas”.
Durante anos o Boko Haram dominou o norte da Nigéria, um país onde cerca de metade da população é islâmica. Sua perseguição aos cristãos foi amplamente noticiada, com práticas que incluíam atentados, sequestros e a formação de um califado.
As milícias jihadistas fulani vêm atacando constantemente pelo leste do país, mas o governo não toma iniciativas concretas para impedir o massacre. O líder de uma das aldeias queimadas diz que o governador do estado e a polícia já demonstraram descaso pela situação.

Professora é demitida e acusada de “terrorismo” por dizer a aluna lésbica “Deus ama você”

Grupo de alunos alega ter sofrido "lavagem cerebral" visando fazê-los sentirem-se "culpados".
O Tribunal do Trabalho do Reino Unido julgou improcedente a tentativa de uma professora cristã de reaver seu emprego numa escola. Ela foi acusada de discriminação, por ter falado sobre questões religiosas aos alunos.
Svetlana Powell, que possui 17 anos de experiência no magistério, foi demitida pela Academia de Aprendizagem T2, na cidade de Bristol em junho de 2016. O motivo foi seu posicionamento sobre a homossexualidade. Uma aluna lésbica denunciou a professora, que foi enquadrada como potencial “perigo de radicalização”, pelo órgão de vigilância antiterrorista do governo, a Prevent.
Powell diz que respondeu a uma estudante de 17 anos sobre sua crença pessoal, explicando que a homossexualidade era contra a vontade de Deus. Porém, deixou claro que, como cristã, amava a cada pessoa, independentemente do que eles faziam.
Uma das colegas, afirmando ser lésbica a contestou, quando a professora disse em frente a toda a classe: “Deus te ama”. Dois dias depois, a Diretora dos Recursos Humanos da escola, Stacy Preston, comunicou que a senhorita Powell seria demitida por sua “conduta desrespeitosa”.
Diante do tribunal, a diretora da instituição de ensino, Sian Prigg, relatou que um grupo de estudantes se queixou a ela de terem sofrido uma “lavagem cerebral” visando fazê-los sentirem-se “culpados”. Ela contatou o escritório local da Prevent, que entrou em ação, classificando Powell como uma “ameaça” por suas convicções religiosas.
Em sua defesa, a professora diz que a conversa na sala de aula visava “Fazer uma discussão que abordava questões incluídas no plano de aula”. “Eu considerei o tema apropriado, pois a discussão sobre a perspectiva cristã contribuiria para o debate das questões culturais de nossa sociedade”, explicou.
Um dos alunos teria perguntado se a aluna lésbica “iria para o Inferno”. A opção de Powell foi dizer que a perspectiva cristã histórica é que só existe um caminho de salvação, através de Seu filho, Jesus Cristo, mas não disse nada sobre o “Inferno”.
Segundo a direção da escola, Powell foi demitida por que seus comentários foram considerados ofensivos por alguns alunos não cristãos. O tribunal não emitiu juízo sobre ela representar (ou não) perigo de “radicalização”, mas deu ganho de causa para a escola, que teria direito de impedir manifestações religiosas em sala de aula. Com informações Christian Concern
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16 mil cristãos foram mortos por jihadistas na Nigéria nos últimos anos

Relatório foi enviado para a ONU, que não se manifestou sobre o caso
A Sociedade Internacional para as Liberdades Civis, uma organização norte-americana que monitora os direitos humanos, divulgou um relatório dando conta que pelo menos 16 mil cristãos morreram na Nigéria desde junho de 2015. Eles foram vítimas da violência promovidas por muçulmanos radicais, ligados a grupos terroristas como Boko Haram e Estado Islâmico.
Tanto o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump quando seu homólogo, Muhammadu Buhari, da Nigéria, receberam uma cópia do estudo, juntamente com um pedido para protegerem os milhões de cristãos ameaçados na Nigéria.
Em uma carta aberta chamada “Cristãos numa encruzilhada na Nigéria”, está disponível online e mostra como vem crescendo os ataques motivados apenas pela questão religiosa, como os da etnia fulani, que fez 3.750 vítimas. Suas características demonstram que não se trata de conflitos étnicos.
A organização enviou ainda uma cópia do seu relatório para o secretário-geral das Nações Unidas, Antonio Gutteres, lembrando que os 30 milhões de cristãos que vivem no norte da Nigéria sofrem, há décadas, discriminação e ataques violentos nas mãos de grupos terroristas radicais em um movimento que só aumenta. Até o momento, a ONU não se manifestou oficialmente sobre o caso.
O presidente Buhari prometeu combater Boko Haram quando foi eleito, mas as atividades terroristas no país não cessaram.
“Entre dezembro de 2017 e janeiro de 2018, cerca de 350 pessoas, quase todos cristãos foram mortos por ataques de soldados Fulani e do Boko Haram nos Estados de Adamawa, Taraba, Borno, Benue e Kaduna”, disse o relatório.
O estudo apontou que, apesar das promessas de Buhari, os ataques contra os cristãos aumentaram 62 por cento desde junho de 2015, quando ele assumiu a presidência.
A Associação Cristã de Nigerianos também vem criticando a Buhari, que é muçulmano, alertando que os funcionários do governo se recusam a prestar o apoio necessário para proteger as comunidades cristãs. Com informações Christian Post
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Em “Relógio do Juízo Final”, faltam 2 minutos para o apocalipse

 
Um grupo de cientistas dos Estados Unidos ajustou em 30 segundos o “Relógio do Juízo Final” (‘Doomsday Clock’, em inglês) e colocou o ponteiro em 23h58, um gesto que representa o aumento das possibilidades de a humanidade chegar a sua destruição total.
O anúncio foi realizado nesta quinta-feira em Washington por Rachel Bronson, diretora do Comitê do Boletim de Cientistas Atômicos, um grupo de líderes políticos e cientistas que estudam os perigos das ameaças nucleares, das armas de destruição em massa, da mudança climática e das armas biológicas.
“É preocupante que, a partir de hoje, adiantemos o ‘Doomsday Clock’”, disse Rachel, que em seguida anunciou: “(O relógio) marca apenas dois minutos para a meia-noite”.
Em 1947, o Comitê do Boletim de Cientistas Atômicos criou o “Relógio do Juízo Final”, um símbolo apocalíptico que nasceu no contexto da corrida nucelar que se materializou em agosto de 1945 com as bombas lançadas pelos EUA sobre as cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki.
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80 cristãos nigerianos mortos este mês, a maioria a golpes de facão

Perseguição bateu recordes na região
Somente em janeiro, mais de 80 cristãos nigerianos foram mortos por islâmicos radicais. Os ataques fazem parte da nova investida dos membros da etnia fulani. Os sobreviventes descrevem que as mortes foram brutais, classificando a violência como “desumana” e contando que a maioria dos agressores usavam facões, cortando as pessoas “como animais”.
A ONG International Christian Concern, que apoia cristãos perseguidos, divulgou um relatório mostrando que foram pelo menos 50 mortes em Logo e outras 30 na cidade de Guma.
Nos últimos dois anos ocorreram diversos atentados dos Fulani, uma etnia muçulmana seminômade presente em diversos países africanos, mas eles nunca mataram tanta gente em um espaço tão curto de tempo.
Vershima, um cristão que sobreviveu a um dos ataques, explica que os islâmicos armaram uma emboscada, cercando os moradores da aldeia e atirando a sangue frio. Outro sobrevivente, chamado Peter, está no hospital tratando seus graves ferimentos. Ele testemunha: “Eu os vi se aproximando e tentei lutar contra um que tinha um grande facão nas mãos. Eu caí e eles começaram a me cortar”.

Após sessão de tortura, pastor é enforcado na igreja que pastoreava

Congregação está aterrorizada, mas membros dizem que morte “apenas nos torna mais comprometidos”
Um pastor evangélico indiano, conhecido por ser um “guerreiro de oração”, foi encontrado morto, enforcado nas vigas de suporte do telhado de sua igreja. Seu corpo tinha sinais de tortura, disseram os membros.
Gideon Periyaswamy, 43 anos, que pastoreava a Igreja Maknayeem, em Adayachery, sul da Índia, foi assassinado na manhã de sábado. Segundo os líderes da igreja, ele vinha fazendo denúncias contra os extremistas hindus da região.
O pastor Azariah Reuben, um amigo íntimo da vítima, explica que Periyaswamy abandonou o hinduísmo há 25 anos e foi ordenado pastor mais de 12 anos atrás. Ele era conhecido por passar longos períodos do dia em oração.
Ele enfatiza que muitos hindus estavam se convertendo graças ao trabalho do amigo e, por isso, os líderes extremistas “tentaram várias vezes parar o seu ministério”.
Uma semana antes de ser morto, o líder evangélico assassinado havia feito uma queixa formal à polícia local, relatando que sofria ameaças de morte. A Associação Cristã Britânica-Asiática, a qual o pastor Periyaswamy era ligado, disse que a polícia local tentou tratar o caso como suicídio, mas que as marcas de violência provam o contrário.
Um membro da igreja, que não quis se identificar, disse que os hindus já haviam atacado o templo várias vezes em 2017, com atos de vandalismo. Relatou ainda que a morte do pastor deixou todos aterrorizados.
“Mas nós continuaremos a frequentar a igreja e daremos todo apoio ao nosso futuro pastor, mas a lacuna deixada pelo pastor Gideon é enorme. Sua morte apenas nos torna mais comprometidos com a igreja, os assassinos não podem derrotar a Deus”, afirmou. Com informações Christian Post
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Orações atendidas: Evo Morales suspende criminalização das igrejas

Em diversas oportunidades, pastores convocaram os membros das igrejas para jejuns e orações. Agora suas orações estão sendo respondidas.
O portal Gospel Prime foi o primeiro site em português a anunciar a tentativa do governo comunista da Bolívia em criminalizar a evangelização. Agora anunciamos a decisão do presidente Evo Morales de suspender a implantação do Novo Código Penal.
Após mais de um mês de protestos, marchas, conflitos com a polícia, e campanhas de oração, o presidente deu uma entrevista neste domingo na televisão da Bolívia, onde afirmou: “Para evitar que a direita use o Código para desestabilizar o Estado, decidimos revogar todo o Código Penal”.
Morales enviará o pedido formal à Assembléia Legislativa para suspender completamente o Código de Sistema Penal e evitar que haja mais protestos. Ele afirmou que ouviu “a preocupação das organizações sociais” e decidiu tomar a decisão, “para evitar a confusão e o medo baseado em mentiras nas redes sociais”.O anúncio de Evo foi feito na véspera do aniversário de 12 anos de seu mandato. Porém, deixou claro que seu desejo é “elaborar outra norma, com o consenso dos setores sociais”.

Presépios de convento têm casal gay e idolatria com deuses afros, em nome da “diversidade”

"Os visitantes poderão ver como o nascimento de Jesus é representado pelos povos e pelas culturas.", promete exposição.
Na exposição de presépios do Convento de Santo Antônio, no Largo da Carioca, Rio de Janeiro, há representações do nascimento de Jesus para todos os gostos. Desde o tradicional, com as figuras de José, Maria e Jesus recém-nascido, até os chamados “inclusivos”.
Num deles, prestam a homenagem ao nascimento do Salvador: uma prostituta e um casal homossexual, um portador de HIV, um cadeirante, um casal de idosos e meninos de rua. A obra do artista plástico paulista Luciano de Almeida, de Lorena já está chamando a atenção do público. Para compor o cenário, há manchetes de jornais que exemplificam a falta de oportunidades e a opressão enfrentadas pelos mais pobres.
“O presépio já esteve exposto em São Paulo, por duas vezes, na Alemanha e na Itália. É muito atual, representa vários excluídos da sociedade. Traz uma mensagem que queremos passar. Uma reflexão de amor, de respeito, de solidariedade. São pessoas marginalizadas, e Jesus foi um excluído”, justifica o curador da mostra, frei Róger Brunorio.
O frade acredita que não terá reclamações contra o presépio dos excluídos. Em São Paulo, no ano passado, foram apenas cinco queixas formais. Por precaução, ele diz que colocou a escultura do casal homossexual bem afastada da beirada da mesa — e das mãos dos visitantes.
Um outro presépio, montado na Glória, em frente ao Palácio São Joaquim, também levantou o debate. Ele pretende “fazer o visitante refletir”, abordando a intolerância religiosa.”Colocamos o Menino Jesus com uma frase: “Amai-vos uns aos outros, assim como eu vos amei”, conta frei Roger. Ao redor dessa representação do menino Jesus estão vários deuses, como Iansã, do Candomblé, Ganesha, do Hinduismo, e o Preto Velho, da Umbanda.
 
Presépio ecumênico Essa exposição ocorre até dia 7 de janeiro. “Os visitantes poderão ver como o nascimento de Jesus é representado pelos povos e pelas culturas. A exposição acontece no claustro. Você pode se sentar e contemplar este lugar de muita reflexão. Há presépios de mais de 12 países, como Angola, Itália e Peru”, explica o frei. Com informações de O Globo

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O mal que se alastra: Livros com ideologia de gênero para crianças se popularizam

Quase todo o discurso dos ativistas LGBT no Brasil é uma versão do que é feito no hemisfério Norte. Seja advinda da Europa ou dos Estados Unidos, a agenda de lá inevitavelmente ganha uma versão por aqui.
A mais nova denúncia dos cristãos europeus é sobre os livros infantis que encorajam as crianças a questionar seu gênero desde pequenas. Esse tipo de material está sendo adotado por creches e escolas de ensino primário em vários países.
Um dos mais recentes a causar polêmica é “O Cavalo e seu Pai”, que conta a história de um cavalo que deseja ser um cachorro e se comporta como tal. O dono do cavalo é um homem que se veste de mulher e usa maquiagem.
O grupo LGBT da Inglaterra “Educar & Celebrar”, vem promovendo a adoção desses livros por um número cada vez maior de instituições de ensino, com a chancela do governo.
Entre os títulos mais populares estão “Apresentando Teddy”, sobre um “urso de pelúcia transgênero”, e “Você é uma menina ou um menino?”, sobre uma criança não binária.
Para as crianças um pouco mais velhas é recomendado “Graciosamente Grayson”, a história de um menino que é “uma garota presa num corpo do gênero errado”.
Além de promover os livros, o Educar e Celebrar oferece instrutores para “ajudar” os professores a trabalhar essa temática na sala de aula.
Chris McGovern, presidente da ONG cristã Campanha para a Educação Real, criticou o uso de material pró-transexuais, dizendo que era “prejudicial e cruel” para as crianças pequenas. “Eles estão infligindo as neuroses dos adultos sobre gênero em crianças que não estão interessadas nisso. As crianças não têm problemas com questões de sexo nessa idade em 99,9% dos casos.
“Os adultos precisam parar de pensar que as crianças veem o mundo do mesmo jeito que eles. Ora, elas podem brincar de ser um duende num dia, um dragão no próximo, sem querer se tornar um deles”, enfatiza.
Por sua vez, Ciaran Kelly, porta-voz do Instituto Cristão, acrescentou: “[ativistas LGBT] querem usar as crianças como cobaias em suas tentativas de normalizar essa ideologia perigosa. Deixe as crianças serem crianças. Nossas crianças devem ser encorajadas a serem felizes de ver como Deus as criou, não serem convencidas que estão, de alguma forma, ‘presas no corpo errado’”.
Disponíveis no Brasil
Traduzidos ou escritos por autores nacionais, alguns títulos que apresentam a ideologia transgênero ou falam sobre homossexualidade para crianças já estão disponíveis no Brasil.
É possível que algum deles esteja disponível na biblioteca da escola de seu filho. Destacamos alguns para mostrar a maneira como a questão vem sendo apresentada às crianças.
Ceci e o vestido do Max, de Thierry Lenain
Sinopse: Max quer de todo jeito que Ceci use um lindo vestido de princesa, cheio de laços e fru-frus. Mas ela odeia essas coisas de menina e decide que só vai experimentá-lo se Max fizer o mesmo antes.
Do jeito que a gente é, de Márcia Leite
Sinopse: As experiências de Chico, um adolescente que está tentando se assumir gay, e de Beá, uma garota que detesta a própria aparência, põem em pauta assuntos importantes.
Olívia tem dois papais, de Márcia Leite
Sinopse: A curiosa menina Olivia tem dois pais. Um brinca de bonecas com ela; o outro sabe cozinhar. Ela fica intrigada com isso. Surge outra dúvida: Quem vai lhe ensinar a usar maquiagem e salto alto se nenhuma mulher mora com eles três?
 
O menino de vestido, de David Walliams
Sinopse: Abandonado pela mãe, Dennis vive com o pai deprimido, que proibiu abraços dentro de casa, e o irmão mais velho, com quem não se entende muito bem. Ele gosta de admirar os vestidos das modelos na Vogue, embora prefira manter isso em segredo. Certo dia, Dennis vai à aula usando um vestido, passando-se por uma estudante de intercâmbio francesa. Mas nem tudo sai como o esperado, e logo o disfarce do menino é descoberto, causando grande alvoroço na escola e virando tudo de ponta cabeça. Agora, ele precisará da ajuda dos amigos para mudar a forma de pensar de alguns adultos e colocar sua vida de volta nos trilhos.
A história de Júlia e sua sombra de menino, de Christian Bruel, Anne Galland e Anne Bozellec
Sinopse: Os pais de Júlia não gostam nada, nada dos modos da filha: dizem que ela se parece com um menino em tudo que faz. Quando a sombra de Júlia fica igualzinha a de um menino, ela se sente triste e começa a questionar sua identidade.
A arte de ser normal, De Lisa Williamson
Sinopse: David Piper tinha oito anos quando foi questionado pela professora sobre o que queria ser quando crescesse. Só percebeu que havia algo de diferente em sua resposta quando os colegas começaram a dizer o que queriam ser: atriz, jogador de futebol, primeiro-ministro… Apesar disso, leu em voz alta o que havia escrito: “Quero ser uma menina.” O tempo passou, David cresceu (mais do que gostaria), mas mesmo agora, aos 14 anos, continua com o mesmo desejo, compartilhado apenas com Essie e Felix, seus melhores e únicos amigos.
Meu nome é Bruno, de Michel Cornélio
Sinopse: O livro conta as aventuras de um garoto negro que não se enxerga como Bruna, mas sim como Bruno. A história, apesar de ser infantil, também explora a relação dele com os pais e amigos de colégio. De como o apoio dos pais é fundamental. E de como é importante os amigos entenderem e respeitarem.
A princesa e a costureira, de Janaína Leslão
Sinopse: A jovem Cíntia está prometida para um príncipe do reino vizinho, porém se apaixona pela costureira responsável por confeccionar seu vestido de noiva.
Joana princesa, de Janaína Leslão
Sinopse: A trama fala de uma princesa adolescente que foi chamada de príncipe João ao nascer e que começa a refletir sobre a sua identidade de gênero na adolescência.

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Presépio gay é a nova modalidade dos militantes LGBT. Dessa vez, nem a família sagrada escapou!

Ideia que Jesus tinha “dois pais” virou blasfêmia
O conflito de ativistas LGBT com grupos conservadores por causa do uso de símbolos religiosos é antigo. Em quase todo o mundo é assim. Alegando liberdade de expressão, as pessoas aparentemente querem “desconstruir” e “problematizar” tudo o que for possível.
Nos Estados Unidos, a frase “Jesus tinha dois pais” já foi usada muitas vezes como argumento de alguns ativistas para falar sobre o casamento gay. A ideia implícita é que se tratavam de Deus e José.
Contudo, na última semana esse argumento passou a designar uma blasfêmia que está sendo imposta por Cameron Esposito, um comediante que apresenta um programa na internet sobre o movimento LGBT.
Após ele publicar uma imagem no Twitter de dois homens com túnicas rosas olhando para o menino Jesus no que chamou de “presépio gay”, várias pessoas começaram a fazer campanha por mais imagens como essa na frente das casas.
O post viralizou, recebendo mais de 3.300 retweets e chegando a 22.000 “curtidas”. Rapidamente surgiram outras imagens de “presépio gay” no Twitter, o que irritou os cristãos.
Sites conservadores como o Bretibart e o Daily Wire teceram pesadas críticas.
O assunto também foi tema do programa de rádio de Rush Limbaugh, um evangélico que comenta os assuntos do momento. Ele lembrou aos ouvintes de um livro lançado recentemente que mostra um Papai Noel gay.
Limbaugh disparou: “Esse é o tipo de podridão que está permeando as mídias sociais, onde eles buscam obscurecer e desfocar a realidade e a tradição. É apenas uma busca interminável de pessoas que tentar mudar o mundo para que o que elas fazem seja considerado normal…
É mais um ataque as crenças básicas da civilização ocidental e essa decência parece que não conhece limites. Primeiro eles tentaram proibir os presépios em lugares públicos, alegando que essa era uma imposição do cristianismo sobre os não crentes…. Agora eu garanto que nenhuma objeção será criada para quem decidir ter uma cena de homossexualidade com Jesus no berço e dois pais. E quem se opuser a isso, será chamado de fanático.” Com informações de WND
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ATAQUE AS CRIANÇAS: Disney apresenta sua primeira “Princesa travesti” em série infantil com beijo gay

Ideologia de gênero em produções dos canais da Disney desagrada conservadores
O canal Disney XD apresentou a primeira “princesa travesti” na mesma série de animação que já gerou controvérsia por apresentar pessoas do mesmo sexo se beijando. Segundo o site especializado EW, o mais novo episódio de “Star vs. as Forças do Mal” mostra o personagem Marco Diaz assumindo a identidade de uma princesa chamada Turdina. Rapidamente, ativistas LGBT comemoraram a decisão da gigante do entretenimento.
“Marco está prestes a revelar a verdade aos outros alunos quando a diretora do Reformatório, Srta. Heinous, o desmascara, puxando a camisa dele para revelar os pelos em seu peito. Mas as outras princesas ficam ao lado de Marco”, detalhou o EW.
“Isso não prova nada. As princesas podem ser peludas”, grita uma das princesas. “O que importa se ela é um menino? Nada que ela disse estava errado”, exclama outra.
Ouve-se o argumento e outra das princesas: “Turdina é um estado de espírito. Ele pode ser uma princesa se ele quiser!”
A editoria LGBT do influente site Huffington Post classificou a cena de “um momento bonito, que poderia ser extremamente influente para as crianças que estão absorvendo as ideias sobre o que significa ser um menino ou uma menina – ou qualquer outro gênero – e o que alguém pode ou não fazer dependendo de como ele se identifica”.
No início do ano, essa mesma série da Disney XD apresentou uma cena com vários casais gays se beijando.
Grupos conservadores, como a Associação de Famílias da América (AFA), advertiram que a Disney apresentar personagens homossexuais para crianças é algo perigoso e pode ter “consequências graves e eternas”.
“Não é certo a Disney querer assumir o papel dos pais e decidir quando exibir a nossas crianças esses ‘estilos de vida alternativos’. Não estou dizendo que é errado que as crianças saibam que gays e lésbicas existem, mas são os pais que deveriam explicar isso a elas. A Disney não deveria impor esse assunto”, disse Ed Vitagliano, vice-presidente executivo da AFA.
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NO MUNDO: Mulheres cristãs NÃO NEGAM A FÉ e são estupradas e mortas em público pelo Estado Islâmico

Na ocasião, os militantes assassinaram 12 cristãos que se recusaram a negar sua fé em Jesus Cristo para seguirem o Islã.
 
Antes de morrer, uma das mulheres olhou para cima e sorriu se entregando a Jesus.
Militantes do Estado Islâmico (EI) assassinaram 12 cristãos que se recusaram a negar sua fé em Jesus Cristo para seguirem o Islã. Entre os mortos, estava um menino de 12 anos, filho de um líder ministerial, e duas mulheres que foram estupradas em público. Os relatos são do site Gospel Herald.
As execuções aconteceram no dia 28 de agosto, em uma aldeia próxima à Aleppo, na Síria. Na ocasião, os extremistas islâmicos cortaram a ponta dos dedos do garoto, afirmando que só iriam parar se o pai dele voltasse para o Islã, segundo relatos de integrantes do grupo Christian Aid Mission.
"Quando o líder da equipe (pai da criança) se recusou a negar Jesus, os militantes do EI torturaram e espancaram ele e outros dois membros do ministério. Em seguida, os três homens e o menino encontraram a morte na crucificação", relatou Christian Aid em uma declaração.
Além deles, outros oito membros do ministério, incluindo duas mulheres, foram mortos.
Antes disso, eles haviam sido levados a um local separado onde foram pressionados a retornar ao Islã. Ao recusar a oferta, as mulheres, com idades entre 29 e 33 anos, "foram estupradas diante da multidão, que foi convocado a assistir a cena. Em seguida, todos os oito foram decapitados."
Segundo familiares e residentes que assistiram os crimes brutais, os cristãos foram mortos em oração diante dos militantes do Estado Islâmico.
"Alguns moradores disseram que eles estavam orando em nome de Jesus, outros disseram que estavam declarando a Oração do Senhor, e outros disseram que alguns deles levantaram suas cabeças para entregar seus espíritos a Jesus", disse diretor do ministério Christian Aid. "Uma das mulheres olhou para cima e parecia estar sorrindo quando disse: 'Jesus!'".
Os corpos dos mortos ficaram pendurados nas cruzes para exibição. Os doze mártires estão entre milhares de cristãos mortos pelo EI, um grupo muçulmano extremista determinado a "apagar" o cristianismo do Oriente Médio.
Desde que a guerra civil eclodiu em 2011, na Síria, a população cristã despencou em dois terços. No Iraque, a população cristã está à beira da extinção, chegando a abaixo de 200 mil atualmente.

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