"E haverá sinais no céu" - tais sinais estão ocorrendo cada vez mais com frequência, seriam anúncio do fim?

Neste domingo, dia 17 de fevereiro de 2019, me surpreendi com uma imagem nos céus da cidade de Caruaru que para aqueles mais religiosos, certamente fará lembrar um importante símbolo cristão "o cálice e o pão", como foi utilizado por Cristo na sua última ceia, Lucas 22:19. A imagem encontra-se no Facebook de Josinete Santana (veja aqui).
Diferentes fotografias vem viralizando e gerando um amplo debate sobre serem (ou não) sinais que o fim se aproxima.
O Novo Testamento afirma que “haverá sinais no céu e na terra” antes do fim. Baseado nisso, muitos sites e blogs dedicam-se constantemente a procurar indícios de quais seriam esses sinais antes da volta de Cristo.
Imagem semelhante ao visto em Petrolina (o blog desconhece a origem da imagem retratada)
Em Petrolina, recentemente pessoas relataram terem visto um homem montado em um cavalo no céu. Segundo informações vários trabalhadores rurais em um ônibus relatam que viram por volta das 18hs no céu um homem montado em um cavalo preto com vários anjos próximo a ele.
Confira os áudios:

Veja mais um dos áudios:

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Imagens de cruz e “anjo” geram debate nas redes sociais
Uma das imagens a ganhar destaque foi o do nascer do sol postada pela fotógrafa profissional Amy Langley. Ela estava na cidade de Koloa, na ilha de Kauai, no Havaí. “A manhã estava tão bonita que parei na beira da estrada e tirei uma foto”, disse ela no Facebook.
Em pouco tempo, muitas pessoas comentaram que parecia a figura de um anjo. Rapidamente a imagem começou a viralizar. Em entrevista ao site WND, Langley conta que no momento em que tirou a foto não percebeu. “Para mim parecia um nascer do sol roseado, mas nada de anormal!”
Curiosamente, na mesma manhã, Mechaele Loraff estava em Buchanan, no Michigan, e tirou uma foto do nascer do sol. Quando olhou no celular para ver como tinha ficado, percebeu que era uma cruz nítida.
Em entrevista ao WND, explicou: “Eu estava focada no nascer-do-sol e notei que um feixe de luz ia para cima! Estou espantada, nunca vi um pilar de luz como esta cruz antes”. A imagem também viralizou rapidamente, com muita gente afirmando que era um “sinal da volta de Jesus”.
Dentro de pouco tempo, começaram as comparações com uma imagem muito semelhante, tirada em Pine Valley, Nova York, alguns dias antes pela evangélica Erika Redner Winn. Em seu perfil do Facebook, ela escreveu: “O pôr do sol, pintado pelo meu Jesus, me deu tanta paz e esperança… Oro para que essa paz toque a todos que se sentem ao ver uma imagem tão bonita de um céu tão incrível.”
As três imagens passaram de 100 mil compartilhamentos cada. Acabaram sendo noticiadas por diferentes jornais dos EUA e da Europa. Em quase todas as matérias os textos fazem relação com a possibilidade de serem mais que a luz do sol, sinais divinos. Alguns sites cristãos destacaram que como a distância entre os locais é muito grande, indo de uma costa a outra dos EUA, seriam mais que ‘coincidências’. 
O último sinal a ser visto pela humanidade será o sinal do Filho do homem, como diz as Escrituras:
Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem; e todas as tribos da terra se lamentarão, e verão o Filho do homem, vindo sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória. (Mateus 24, 30)
Porém, ainda é um mistério que sinal será este, mas certamente será algo que irá identificá-lo como na imagem abaixo:
Os sinais no tempo presente
Pois para o momento presente, também Deus designou sinais, que marcariam acontecimentos espirituais importantes para a humanidade. Estes são os chamados ‘sinais dos tempos’, pois marcam a chegada dos dias de cumprimento de julgamentos e juízos da parte de Deus, no tempo da Grande Tribulação, período aflitivo que antecede à volta de Jesus Cristo e onde ocorre o julgamento final de Deus.
Para aqueles que são cristãos, há significado nestes sinais, porque estão atentos ao que diz a Palavra de Deus.
Mas para aqueles que estão distantes de Deus, estes sinais serão vistos apenas como acontecimentos da ordem da natureza, eventos comuns que, conforme acreditam, tendem a ocorrer de tempos em tempos em maior ou menor grandeza, mas seriam algo natural, e portanto, não mereceriam fazer com que se perdesse o sono por eles.