
O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou ter deixado instruções militares “muito firmes” para uma retaliação total contra o Irã caso seja assassinado por agentes ligados ao regime iraniano. Segundo ele, qualquer ataque bem-sucedido contra sua vida desencadearia uma ofensiva americana de proporções devastadoras, indo além de uma resposta militar convencional.
Em declarações recentes, Trump utilizou linguagem contundente ao afirmar que, se algo lhe acontecer, o Irã seria “apagado da face da Terra”, indicando que não haveria limites para a reação dos Estados Unidos. A fala foi dada em meio a um cenário de tensões persistentes entre Washington e Teerã, agravadas desde o assassinato do general iraniano Qassem Soleimani, em 2020, durante seu mandato.
Em entrevista ao canal NewsNation, em janeiro de 2026, Trump disse ter deixado claro o recado: caso seja alvo de um atentado fatal, “o país inteiro será destruído”. A declaração ocorreu paralelamente à assinatura de ordens executivas que retomam a política de “pressão máxima”, com sanções econômicas severas contra o regime iraniano.
Trump também afirmou que sua equipe monitora ameaças não apenas contra ele, mas contra ex-integrantes de sua administração, o que, segundo o ex-presidente, justificaria a adoção de diretrizes militares extremas como forma de dissuasão.
Do lado iraniano, autoridades rejeitaram qualquer acusação de envolvimento em tramas de assassinato e classificaram as declarações de Trump como provocativas. Especialistas em direito constitucional dos Estados Unidos ressaltam que um presidente não pode, legalmente, impor ordens militares vinculantes a seus sucessores após sua morte. Ainda assim, analistas avaliam que a fala de Trump funciona como um aviso político explícito, elevando o nível de tensão geopolítica e reforçando sua postura de tolerância zero em relação ao Irã.
Em declarações recentes, Trump utilizou linguagem contundente ao afirmar que, se algo lhe acontecer, o Irã seria “apagado da face da Terra”, indicando que não haveria limites para a reação dos Estados Unidos. A fala foi dada em meio a um cenário de tensões persistentes entre Washington e Teerã, agravadas desde o assassinato do general iraniano Qassem Soleimani, em 2020, durante seu mandato.
Em entrevista ao canal NewsNation, em janeiro de 2026, Trump disse ter deixado claro o recado: caso seja alvo de um atentado fatal, “o país inteiro será destruído”. A declaração ocorreu paralelamente à assinatura de ordens executivas que retomam a política de “pressão máxima”, com sanções econômicas severas contra o regime iraniano.
Trump também afirmou que sua equipe monitora ameaças não apenas contra ele, mas contra ex-integrantes de sua administração, o que, segundo o ex-presidente, justificaria a adoção de diretrizes militares extremas como forma de dissuasão.
Do lado iraniano, autoridades rejeitaram qualquer acusação de envolvimento em tramas de assassinato e classificaram as declarações de Trump como provocativas. Especialistas em direito constitucional dos Estados Unidos ressaltam que um presidente não pode, legalmente, impor ordens militares vinculantes a seus sucessores após sua morte. Ainda assim, analistas avaliam que a fala de Trump funciona como um aviso político explícito, elevando o nível de tensão geopolítica e reforçando sua postura de tolerância zero em relação ao Irã.


