
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), afirmou no sábado (28.fev.2026) que já tem um nome em mente para substituir o líder supremo do Irã, Ali Khamenei, morto em ataque militar realizado pela aliança entre Estados Unidos e Israel no mesmo dia.
Em entrevista à emissora norte-americana ABC News, Trump declarou que existe uma “ideia muito clara” sobre a sucessão, mas não revelou quem seria o escolhido. O presidente também afirmou ter um “belo plano” para o futuro do país persa.
Pressão pelo fim do regime
A administração norte-americana já manifestou publicamente o desejo de derrubar o atual regime iraniano. Ao comunicar o ataque, Trump enviou uma mensagem direta ao povo do Irã, incentivando a população a aproveitar o momento para encerrar o governo dos aiatolás.
Segundo ele, seria uma oportunidade histórica para assumir o controle do próprio destino e abrir caminho para um futuro considerado mais próspero. A declaração reforça a estratégia política da Casa Branca de apoiar mudanças internas no comando do país.
Reza Pahlavi é citado como possível sucessor
Entre os nomes ventilados para assumir protagonismo no cenário político iraniano está Reza Pahlavi, filho do último xá do Irã. Ele vive nos Estados Unidos desde a Revolução Islâmica do Irã, que derrubou o governo de seu pai e instaurou a República Islâmica.
No mesmo sábado, Pahlavi publicou mensagem em seu perfil na rede social X apoiando a operação militar e convocando os iranianos a se mobilizarem contra o governo após o fim dos ataques. Ele orientou a população a manter a segurança e aguardar o momento adequado para ir às ruas.
Quem foi Ali Khamenei
Ali Khamenei tinha 86 anos e ocupava o posto de líder supremo desde 1989. No sistema político iraniano, o cargo representa a autoridade máxima, concentrando poder religioso e político, além do comando das Forças Armadas e a palavra final em decisões estratégicas.
Nascido em 1939, na cidade de Mashhad, Khamenei participou ativamente da Revolução Islâmica de 1979 e tornou-se aliado próximo do aiatolá Ruhollah Khomeini. Após a morte de Khomeini, foi escolhido pela Assembleia dos Peritos para assumir o posto máximo da República Islâmica.
Ao longo de mais de três décadas no poder, consolidou influência sobre as principais instituições do país, fortaleceu a Guarda Revolucionária e adotou uma política externa marcada pelo apoio a grupos armados na região. Seu governo enfrentou sucessivas ondas de protestos internos, reprimidos com rigor, além de manter postura hostil em relação a Israel e aos Estados Unidos.
Em entrevista à emissora norte-americana ABC News, Trump declarou que existe uma “ideia muito clara” sobre a sucessão, mas não revelou quem seria o escolhido. O presidente também afirmou ter um “belo plano” para o futuro do país persa.
Pressão pelo fim do regime
A administração norte-americana já manifestou publicamente o desejo de derrubar o atual regime iraniano. Ao comunicar o ataque, Trump enviou uma mensagem direta ao povo do Irã, incentivando a população a aproveitar o momento para encerrar o governo dos aiatolás.
Segundo ele, seria uma oportunidade histórica para assumir o controle do próprio destino e abrir caminho para um futuro considerado mais próspero. A declaração reforça a estratégia política da Casa Branca de apoiar mudanças internas no comando do país.
Reza Pahlavi é citado como possível sucessor
Entre os nomes ventilados para assumir protagonismo no cenário político iraniano está Reza Pahlavi, filho do último xá do Irã. Ele vive nos Estados Unidos desde a Revolução Islâmica do Irã, que derrubou o governo de seu pai e instaurou a República Islâmica.
No mesmo sábado, Pahlavi publicou mensagem em seu perfil na rede social X apoiando a operação militar e convocando os iranianos a se mobilizarem contra o governo após o fim dos ataques. Ele orientou a população a manter a segurança e aguardar o momento adequado para ir às ruas.
Quem foi Ali Khamenei
Ali Khamenei tinha 86 anos e ocupava o posto de líder supremo desde 1989. No sistema político iraniano, o cargo representa a autoridade máxima, concentrando poder religioso e político, além do comando das Forças Armadas e a palavra final em decisões estratégicas.
Nascido em 1939, na cidade de Mashhad, Khamenei participou ativamente da Revolução Islâmica de 1979 e tornou-se aliado próximo do aiatolá Ruhollah Khomeini. Após a morte de Khomeini, foi escolhido pela Assembleia dos Peritos para assumir o posto máximo da República Islâmica.
Ao longo de mais de três décadas no poder, consolidou influência sobre as principais instituições do país, fortaleceu a Guarda Revolucionária e adotou uma política externa marcada pelo apoio a grupos armados na região. Seu governo enfrentou sucessivas ondas de protestos internos, reprimidos com rigor, além de manter postura hostil em relação a Israel e aos Estados Unidos.


