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Prefeitura de Iguaracy antecipa compromisso com servidores e disponibiliza salário de outubro

A Prefeitura de Iguaracy informou que o pagamento dos salários referentes ao mês de outubro já está disponível na conta de todos os servidores municipais.

A medida reforça o compromisso da gestão do prefeito Dr. Pedro Alves com a valorização do funcionalismo público e a manutenção da regularidade da folha salarial, garantindo tranquilidade aos trabalhadores e movimentando a economia local.

O trabalho é realizado por meio da Secretaria Municipal de Finanças, comandada pela secretária Helena Alves, responsável pelo acompanhamento e organização das ações financeiras do município.

Para a gestão municipal, manter os salários em dia representa respeito aos servidores e reconhecimento à contribuição de cada profissional para o funcionamento dos serviços públicos e o desenvolvimento de Iguaracy.

Com a iniciativa, a administração municipal reafirma seu compromisso com a responsabilidade financeira e a valorização daqueles que trabalham diariamente pela população.

Gestão Dr. Pedro Alves – Cuidado que transforma, trabalho que avança!


Dr. Pedro Alves completa 81 anos nesta quinta-feira e tem trajetória marcada pela medicina e pela vida pública

O prefeito de Iguaracy, Pedro Alves de Oliveira Neto, conhecido popularmente como Dr. Pedro Alves, nascido 29 de outubro de 1945, completa 81 anos nesta quinta-feira, 29 de outubro de 2026. Ele nasceu dois dias depois do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que também completou 81 anos na última terça-feira (27). Natural de Iguaracy, no Sertão de Pernambuco, Dr. Pedro construiu uma trajetória que une a medicina, a vida pública e uma longa ligação com a população do município.

Filho do farmacêutico e ex-vereador de Iguaracy Sebastião Alves da Silva e de Terezinha de Oliveira Alves, ambos de saudosa memória, Dr. Pedro tem suas raízes familiares profundamente ligadas à história do município. É irmão de Maria das Neves, Paulo, Hógenes, Helena e Fátima.

Casado com a médica Dra. Maria das Graças Valadares Alves, conhecida como Dra. Graça, é pai de Rodrigo e Juliana e avô de Rafaela, Giovanna, Letícia, Thiago e André Guilherme. A família ocupa um lugar especial em sua vida, sendo parte importante de sua história pessoal e de sua ligação com Iguaracy.

Na medicina, Dr. Pedro construiu uma trajetória marcada pelo atendimento à população, especialmente às pessoas com menos condições financeiras e dificuldades de acesso aos serviços de saúde. Sua disposição em ajudar quem mais precisa lhe rendeu o reconhecimento carinhoso de muitos moradores de Iguaracy e da região do Pajeú, que o identificam como “o plano de saúde dos pobres”.

Além da carreira médica, Dr. Pedro também construiu uma trajetória na política. Assumiu a Prefeitura de Iguaracy pela primeira vez no período de 1993 a 1996, iniciando uma história de participação na vida pública municipal que, décadas depois, o levaria novamente ao comando do Executivo.

Após cerca de 30 anos, retornou à Prefeitura ao vencer as eleições municipais de 2024 com 4.328 votos, equivalentes a 58,14% dos votos válidos. Tomou posse em 1º de janeiro de 2025, iniciando um novo mandato à frente da administração municipal.

Neste 29 de outubro, a celebração de seus 81 anos é também uma oportunidade de recordar sua trajetória, valorizar suas raízes familiares e reconhecer sua história na medicina e na política de Iguaracy.

Parabéns, Dr. Pedro Alves! Que Deus continue abençoando sua vida com muita saúde, sabedoria e força para seguir trabalhando pelo povo de Iguaracy. Que não faltem fé, proteção e muitas conquistas em sua caminhada!

Sérgio Coelho de Freitas / Blog Tv Web Sertão


Dossiê de Trump pode levar EUA a classificar Brasil como ditadura e até considerar ações militares

Um dossiê que estaria em poder do Departamento de Estado dos Estados Unidos pode abrir caminho para uma ofensiva do governo de Donald Trump contra o Brasil, incluindo a possibilidade de classificar o país como uma ditadura ou um estado de exceção. A hipótese circula nos bastidores de Washington e envolve a adoção de sanções econômicas e até a consideração de medidas militares.

O material reuniria informações sobre suspeitas de corrupção envolvendo ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), abusos de autoridade, perseguição política, prisões e condenações consideradas desproporcionais, além de questionamentos sobre a atuação do Judiciário brasileiro.

Entre os casos abordados estariam as medidas judiciais contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e seu filho, Flávio Bolsonaro, além dos acontecimentos que marcaram o segundo turno das eleições presidenciais deste ano.

O documento também incluiria questionamentos sobre a decisão do ministro Cristiano Zanin de prorrogar a votação e a determinação de Alexandre de Moraes para a apreensão dos passaportes de Flávio Bolsonaro após a divulgação do resultado eleitoral.

Outro ponto central seria o narcotráfico. O dossiê reuniria suspeitas de proteção política ao crime organizado e de infiltração de organizações classificadas pelos americanos como narcoterroristas nas instituições brasileiras.

Nos corredores de Washington, a possibilidade em discussão é que esse conjunto de informações seja utilizado para sustentar uma avaliação de que o Brasil enfrenta uma ruptura democrática, com práticas associadas a uma ditadura ou a um estado de exceção. Esse enquadramento poderia ampliar a pressão diplomática e servir de argumento para medidas coercitivas nos campos econômico e militar.

A discussão ganha força em meio ao agravamento das relações entre Brasília e Washington, às críticas de Trump ao processo eleitoral brasileiro e à chegada de Flávio Bolsonaro aos Estados Unidos. O cenário coloca o governo Lula diante da possibilidade de uma nova escalada de pressão americana, com consequências que podem ultrapassar o campo diplomático. — É o Mundo

Negociação nos bastidores: Alcolumbre articula indulto a Bolsonaro para viabilizar reeleição

Davi Alcolumbre (União Brasil-AP),, presidente do Senado, pretende articular um indulto ou uma anistia para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em busca de apoio da direita para permanecer no comando da Casa por mais dois anos. — BNews

A estratégia, segundo informações publicadas pela Folha de S.Paulo nesta quarta-feira (28), tem como objetivo reduzir a pressão de parlamentares pelo impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo a reportagem Alcolumbre pretende conversar com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para defender um indulto humanitário a Bolsonaro. A proposta é considerada pelo parlamentar uma ação para promover uma pacificação política entre os três Poderes no país.

Caso Lula negue, Davi trabalharia pela aprovação de uma anistia no Congresso Nacional. As iniciativas, porém, ainda dependem de negociações políticas e não foram formalizadas.

Acordo envolveria pressão contra ministros do STF

Segundo aliados ouvidos pela Folha, Alcolumbre pretende com essa proposta interromper a pressão pelo impeachment de ministros do Supremo em troca de um acordo sobre a situação de Bolsonaro.

O movimento ocorre em meio à disputa pela presidência do Senado em 2027. A próxima legislatura terá uma bancada expressiva de direita, com parlamentares que defendem o afastamento de ministros do STF, especialmente Alexandre de Moraes.

Anistia pode não devolver elegibilidade a Bolsonaro

A reportagem aponta que aliados de Alcolumbre discutem uma proposta que limite os efeitos da anistia à esfera penal, sem alterar a situação eleitoral do ex-presidente.

Bolsonaro está inelegível até 2060. O indulto, por sua vez, é concedido pelo presidente da República e pode extinguir ou reduzir os efeitos da pena, conforme o alcance do ato. Já a anistia depende de aprovação de uma lei pelo Congresso Nacional.

A eventual negociação envolvendo o ex-presidente, portanto, pode se tornar um dos principais temas da disputa política pelo comando do Senado em 2027.


Seca: 106 municípios pernambucanos estão em situação de emergência; prejuízo é de R$ 1 bi

Mais da metade dos 184 municípios de Pernambuco estão em situação de emergência por conta da falta de chuvas no Estado. Ao todo, 106 cidades estão sendo afetadas pela estiagem prolongada, um aumento de 31 municípios em comparação ao decreto do governo estadual de junho deste ano. — Diário de Pernambuco.

Segundo a Defesa Civil do estado, os prejuízos para os municípios afetados já somam R$ 1,24 bilhão, sobretudo na agricultura e na pecuária.

Em entrevista ao Diario no último dia 15, a meteorologista da Apac, Aparecida Fernandes, já havia alertado que Pernambuco está passando por um aumento de 3º C na temperatura média e que a tendência é que o Sertão e parte do Agreste sofram com secas nos reservatórios, estiagem e baixa umidade.

"Nessa época do ano, a temperatura média costuma ficar em torno de 29°C. Neste ano, porém, os termômetros têm chegado a 32°C, indicando valores acima do normal. Os meses de dezembro, janeiro e fevereiro estão entre os mais quentes do ano e a expectativa é de que as temperaturas continuem elevadas, com possibilidade de recordes", reforça.

A partir da situação, a Defesa Civil compartilhou ao Diario que as providências seguem com o monitoramento da estiagem, apoio técnico às Coordenadorias Municipais de Proteção e Defesa Civil (COMPDECs) nos processos de reconhecimento federal pelo Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2ID) e encaminhamento de demandas.

Baixa umidade do ar

As altas temperaturas têm provocado ainda a piora na umidade relativa do ar. No Agreste e no Sertão do estado, os índices podem ficar bem abaixo do aceitável para saúde humana (entre 60% e 40%).

De acordo com previsão divulgada pela Apac, até esta quarta-feira (28), a umidade do ar no Agreste pode ficar abaixo de 20% e no Sertão pode chegar a menos de 15%. A recomendação da Apac para índices abaixo de 12% é beber bastante água, evitar exercícios físicos entre 10h e 17h e umidificar os ambientes.

Probabilidade de 106 urnas sem nenhum voto para Flávio Bolsonaro seria menor que a de ganhar 549 vezes seguidas na Mega-Sena

Imagine uma pessoa ganhar na Mega-Sena uma vez. Depois, ganhar novamente. E repetir essa façanha 549 vezes consecutivas. Parece impossível, não é? Mas, matematicamente, existe uma possibilidade, por menor que seja.  — InfoGoias

Essa comparação impressionante surgiu de uma simulação feita a partir de um levantamento da consultoria Paris Group, divulgado nesta terça-feira (27) pela Folha de S.Paulo.

Segundo o levantamento, Flávio Bolsonaro (PL) não recebeu um único voto em 106 seções eleitorais espalhadas por 18 estados brasileiros. Nessas mesmas urnas, foram registrados 14.860 votos para Lula.

Para dimensionar os números, uma simulação utilizou os percentuais de votação de Flávio em cada estado e uma média de 140 votos por seção.

O resultado foi surpreendente: nesse modelo hipotético, a probabilidade calculada seria comparável à de ganhar aproximadamente 549 vezes consecutivas na Mega-Sena.

É importante entender, porém, que essa não é a probabilidade real do que aconteceu. O cálculo considera que os eleitores votem de forma independente e tenham as mesmas preferências políticas da média de seus estados.

Na prática, comunidades podem apresentar comportamentos eleitorais muito diferentes, o que torna possíveis resultados que parecem extraordinários quando analisados apenas pelas médias estaduais.

Esta reportagem não afirma, sugere ou apresenta qualquer acusação de fraude, manipulação ou irregularidade eleitoral. A comparação matemática é apenas uma simulação ilustrativa, e não uma evidência de que o resultado tenha sido improvável nas condições reais.

O fato relatado pelo levantamento é que Flávio não recebeu votos nessas 106 seções. A explicação estatística depende das características de cada comunidade.

Iguaracy realiza Caminhada Rosa pela Prevenção em alusão ao Outubro Rosa

A Prefeitura de Iguaracy, na gestão do prefeito Dr. Pedro Alves, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, sob a coordenação da secretária Joaudeni Cavalcante,  realizou nesta terça-feira (27 de outubro) a Caminhada Rosa pela Prevenção, em alusão à campanha Outubro Rosa, que conscientiza sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama.

A programação teve início às 18h, com saída da Academia das Cidades e chegada ao Parque Florestal. A iniciativa reuniu participantes em um momento de mobilização e conscientização, reforçando a importância dos cuidados com a saúde e da atenção aos sinais do corpo.

Após a caminhada, os participantes aproveitaram um aulão de dança, recepção e sorteio de brindes, promovendo integração, incentivo à atividade física e fortalecimento da campanha.

O evento contou com a participação de profissionais da Secretaria Municipal de Saúde, entre elas Thamara Najara e Thamires Torres, coordenadoras da Atenção Básica e responsáveis pela organização da atividade; Alda Vanessa, coordenadora do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS); Valdira Rabelo, diretora da Unidade Mista; Eliane Duarte, coordenadora do Centro de Especialidades; Fernanda Torres, diretora da Mulher; e Roseane Melo, coordenadora do Programa Nacional de Imunizações (PNI). A secretária municipal de Finanças, Helena Alves, também esteve presente.

A gestão municipal destacou a importância de fortalecer as ações de prevenção e conscientização, incentivando a população a manter os cuidados com a saúde e a buscar orientação profissional diante de qualquer alteração suspeita.

A Caminhada Rosa integrou as ações do Outubro Rosa em Iguaracy, reforçando a mensagem de que a informação, a prevenção e o diagnóstico precoce são fundamentais na luta contra o câncer de mama.


















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Governo Lula fixa mesada mensal de R$ 17,5 mil a Dilma Rousseff como reparação por momentos vividos na ditadura

O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania fixou um pagamento mensal de R$ 17.562,80 para a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) como reparação econômica por perseguição política durante o regime militar. A portaria foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (27). — Diario de Pernambuco.

A medida cumpre uma decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), proferida em dezembro passado, que determinou à União a concessão de reparação econômica sob a forma de prestação mensal, permanente e continuada.

O tribunal reconheceu a ex-presidente como anistiada, validando o direito dela a uma indenização mais um pagamento mensal e permanente como reparação à tortura sofrida durante a ditadura.

Em 1970, Dilma foi presa e submetida a torturas em São Paulo – nos antigos Operação Bandeirante (Oban) e Departamento de Ordem Política e Social (DOPS) -, no Rio de Janeiro e em Minas Gerais, quando tinha 22 anos, de acordo com acervo do Instituto Vladimir Herzog.

As torturas aplicadas foram o pau de arara, a palmatória, choques e socos, que causaram problemas em sua arcada dentária, segundo os documentos da entidade.

De acordo com o ato ministerial, o valor mensal reflete o salário médio equivalente ao cargo no plano de cargos e salários da ex-fundação estadual.

Além da pensão mensal, o órgão calculou um montante retroativo estimado em R$ 6.616.492,19, referente ao período acumulado desde 21 de outubro de 1997 – data de corte estipulada pela Justiça. Do valor bruto, segundo o ministério, deverão ser deduzidas as quantias eventualmente já quitadas pelo Estado.

A nova fixação altera o posicionamento anterior da pasta. Em agosto de 2025, o ministério havia estipulado uma reparação em parcela única no valor de R$ 100 mil, formato revisto após o trânsito e adequação aos parâmetros definidos pela decisão judicial da corte federal.

Caso passou por revisão da Comissão de Anistia

A ação judicial foi ajuizada por Dilma Rousseff em agosto de 2022. A União, na época sob o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), apresentou argumentos e recursos para questionar o pedido da ex-presidente. O Conselho Pleno da Comissão de Anistia do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania revisou o caso em 2025, sob a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Foi então que a defesa de Dilma voltou a pedir a indenização.

A Justiça justificou o valor diante da gravidade das violações sofridas.

“A autora foi submetida a sessões sucessivas de choques elétricos, pau-de-arara, palmatória, afogamento, nudez forçada, isolamento absoluto, ameaças de morte e de mutilação, privação de sono e de alimentos, bem como a episódios de extrema violência que lhe causaram sequelas físicas permanentes, a exemplo da torção na arcada dentária e hemorragias no útero, além de abalos psicológicos duradouros, reconhecidamente associados às práticas de tortura institucionalizada”, diz o voto desembargador João Carlos Mayer Soares, que atuou como relator do processo.

Alerta: Ministro do TCU diz que Brasil não terá dinheiro para pagar aposentados após rombo de 404 bilhões

O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Augusto Nardes afirmou que o Brasil poderá não ter recursos para pagar aposentadorias no futuro. Em declaração publicada na quarta-feira (21/10), em seu perfil no Instagram, ele citou o déficit da Previdência e os gastos públicos fora do orçamento. — Metrópoles.

“Então, que você que vai um dia querer se aposentar pela Previdência ficar sabendo que, como está, não haverá aposentadoria porque não temos mais economia suficiente para pagar nem os aposentados hoje e quem dirá futuramente”, declarou.

Nardes afirmou que o déficit da Previdência supera R$ 404 bilhões. Ele também disse que os gastos fora do orçamento já somam R$ 326 bilhões e relacionou o cenário à dificuldade de atrair investidores internacionais.

“A situação se torna cada vez mais grave porque foi feita uma desorçamentação. Ou seja, gastar por fora. Atualmente, já estamos em R$ 326 bilhões. Portanto, está colapsando a economia nacional, está praticamente inviabilizando o país a nível internacional de buscar investidores”, afirmou.

O ministro relacionou os gastos atuais às contas do governo de Dilma Rousseff, alvo das chamadas pedaladas fiscais. Em 2015, Nardes foi relator do processo que analisou as manobras contábeis relacionadas a atrasos nos repasses do governo a bancos públicos.

“Tomei uma decisão muito importante em 2015, fui o relator das pedaladas fiscais, que foram recursos utilizados dos fundos de Previdência sem autorização do Congresso Nacional”, disse.

Ao comparar os dois períodos, Nardes afirmou que a manipulação das contas públicas voltou a ocorrer. “Houve manipulação lá atrás, nas contas da presidente e voltou a acontecer”, declarou.

Nardes anunciou que pretende antecipar sua aposentadoria do TCU para o fim de 2026.


Alunos da EREM Rosete, em Iguaracy, denunciam calor nas salas e ameaçam paralisação a partir de 3 de novembro

O Grêmio Estudantil da Escola de Referência em Ensino Médio Professora Rosete Bezerra de Souza, em Iguaracy, divulgou uma carta aberta cobrando providências para melhorar as condições das salas de aula. Os estudantes relatam dificuldades provocadas pelas altas temperaturas e anunciam uma possível paralisação das atividades presenciais a partir de 3 de novembro, caso não sejam apresentadas soluções.

No documento, dirigido à comunidade escolar e à Gerência Regional de Educação (GRE) do Sertão do Alto Pajeú, o grêmio afirma que o calor tem prejudicado estudantes e professores, principalmente durante o período da tarde.

Segundo os representantes estudantis, as temperaturas elevadas comprometem a concentração, a disposição e as condições necessárias ao desenvolvimento das atividades escolares.

A carta informa que a unidade possui aparelhos de ar-condicionado instalados, mas os equipamentos ainda não podem ser utilizados devido à ausência de forro de PVC em algumas salas e às condições da estrutura elétrica.

Outro problema apontado é a reforma pela qual a escola está passando. De acordo com o grêmio, parte das janelas permanece parcial ou totalmente coberta por tapumes, dificultando a circulação de ar e aumentando a sensação de calor dentro das salas.

Os estudantes ressaltam que a manifestação não busca responsabilizar a direção ou os profissionais da escola. O documento reconhece que determinadas decisões e autorizações dependem de instâncias superiores à gestão da unidade.

Cobrança à GRE

Na carta, o Grêmio Estudantil O Recomeço informa que já encaminhou a reivindicação à Gerência Regional de Educação do Sertão do Alto Pajeú, mas afirma que não recebeu resposta até a divulgação do documento.

Diante da situação, os estudantes cobram um posicionamento da GRE e a apresentação de medidas concretas para melhorar as condições das salas.

Entre as alternativas defendidas estão a viabilização do funcionamento dos aparelhos de ar-condicionado e, enquanto o problema não for resolvido, a adoção de medidas provisórias, como a redução da carga horária.

O grêmio também informou que, caso não haja resposta e encaminhamentos efetivos, os estudantes pretendem iniciar uma paralisação das atividades presenciais na próxima terça-feira, 3 de novembro.

A mobilização é apresentada como uma medida para reivindicar condições adequadas de ensino e aprendizagem. Os representantes estudantis afirmam que continuam abertos ao diálogo para evitar a interrupção das aulas. — Nill Júnior


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