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Prefeitura de Iguaracy paga salários de julho dentro do mês trabalhado

A Prefeitura de Iguaracy efetuou o pagamento dos salários referentes ao mês de julho, garantindo que os vencimentos já estejam disponíveis nas contas dos servidores municipais.

A medida reafirma o compromisso da gestão municipal com a responsabilidade fiscal, a valorização dos servidores públicos e a pontualidade no cumprimento de suas obrigações, mantendo o pagamento dentro do próprio mês trabalhado.

Além de reconhecer a dedicação dos servidores que atuam diariamente na prestação dos serviços públicos, a antecipação do pagamento também fortalece a economia local, movimentando o comércio e contribuindo para o desenvolvimento do município.

O prefeito Dr. Pedro Alves destaca que manter os salários em dia é resultado de uma gestão planejada e comprometida com o equilíbrio das contas públicas, assegurando tranquilidade aos servidores e suas famílias.

Prefeitura de Iguaracy – Cuidado que transforma, trabalho que avança.

Prefeitura de Iguaracy divulga atrações da Festa de Agosto 2026 em Jabitacá

A Prefeitura de Iguaracy, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, divulgou oficialmente a programação da Festa de Agosto de Jabitacá 2026, um dos eventos mais tradicionais do calendário cultural do município. A festa será realizada entre os dias 6 e 14 de agosto, reunindo atrações musicais, apresentações culturais e momentos de confraternização que prometem movimentar Jabitacá e atrair visitantes de toda a região.

Confira a programação oficial:
- 06 de agosto (quinta-feira): Baú das Meninas e Mateus Max;
- 07 de agosto (sexta-feira): Atração Cultural e Maciel Freitas;
- 08 de agosto (sábado): Tenda Eletrônica;
- 09 de agosto (domingo): Sambeer (Tardezinha) e Vitinho Cantor;
- 12 de agosto (quarta-feira): David Silva, Kelly Freitas e Wilton Belo;
- 13 de agosto (quinta-feira): Kauã Menezes e Fabinho Testado;
- 14 de agosto (sexta-feira): Junior e Jorge e Túlio Duarte.

A gestão municipal, por meio do prefeito Dr. Pedro Alves e do secretário de Cultura e Turismo, Rodrigo Faustino, ressalta que, diante das condições atuais, a programação foi elaborada com responsabilidade e equilíbrio, porém, sem abrir mão da qualidade da festa. 

Por fim, a Prefeitura convida toda a população e os visitantes para prestigiarem o evento e viverem dias de muita música, cultura, tradição e alegria em uma das festas mais aguardadas do Sertão do Pajeú. Jabitacá já está pronta para receber o público e celebrar mais uma grande edição da Festa de Agosto 2026.


Recorde de lucros deixa banqueiros satisfeitos com a política de Lula

Depois de Lula, provavelmente não há ninguém mais contente com o governo Lula do que os banqueiros. Uma safra recorde de lucros em 2025 deixou os bancos satisfeitos. — Por José Casado/VEJA

Os bancos brasileiros lucraram 45,8 bilhões de dólares no ano passado, calcula a Federação Latino-americana de Bancos (Felaban). É aumento significativo (34%) sobre o resultado de 2024, que somou 34,1 bilhões de dólares.

Significa que em apenas doze meses, no ano passado, os bancos ganharam o dobro do dinheiro que o governo federal prevê gastar neste ano no orçamento da Educação.

O lucro dos bancos no Brasil, no ano passado, foi maior que a soma dos ganhos das instituições financeiras de 15 países associados à Felaban, que dividiram 43 bilhões de dólares.

Outros quatro mercados mais lucrativos foram: México, com 17 bilhões; Chile, 5,8 bilhões; Peru, 4,2 bilhões e Colômbia, 3.8 bilhões.

Brasil, México e Chile concentraram sete em cada dez dólares de lucro bancário na região.

Os bancos brasileiros frequentemente ultrapassam a média mundial de lucratividade. Uma das formas de se medir isso é aferindo o retorno sobre o patrimônio líquido (indicador conhecido como ROE). No caso, toma-se a quantidade de lucro gerado em comparação ao capital investido pelos acionistas da casa bancária. Em 2025, por esse critério, a rentabilidade no mercado bancário nacional foi expressiva (16,7%), a maior desde a pandemia.

Uma das razões é a taxa de juros (14,25% ao ano), das três mais altas do planeta. Ela é sustentada, basicamente, pela necessidade crescente de capital que o governo tem para financiar serviços públicos e, também, empresas estatais deficitárias.

Outro fator relevante é a concentração do mercado. No Brasil, os cinco maiores bancos concentram aproximadamente dois terços dos negócios bancários.

Uma pequena parte do aumento de lucros de 2025 poderia ser justificada pela valorização de moedas nacionais em relação ao dólar.

A alta rentabilidade dos bancos na América Latina, sobretudo no Brasil, chamou a atenção de Jonathan Fortun, do Instituto Internacional de Finanças (IIF). Numa estimativa para o repórter Daniel Castellanos, da Bloomberg, ele sugeriu que a margem de lucro líquido dos bancos na América Latina, no ano passado, possa ter ficado bem acima (5,5%) da média estimada (3,3%) para os maiores bancos de países emergentes, excluída a China.

No Brasil, os banqueiros terminaram 2025 com 45,8 bilhões de bons motivos (em dólares) para manter algum otimismo com a condução da política econômica. Lula encontrou no lucro excepcional dos bancos um motivo de orgulho, como disse num discurso em fevereiro ao visitar o Instituto Butantã, em São Paulo: “Esses dias eu vi um cidadão dizer que o ‘Brasil só saber cuidar de índio, de negro, de quilombola, só sabe cuidar de Bolsa Família’. Não, nós sabemos cuidar de muita coisa. O sistema financeiro nunca ganhou tanto dinheiro como ganha no nosso governo. Os empresários nunca ganharam tanto dinheiro como ganham no nosso governo!”.

Altos lucros e eventual desconcentração do mercado bancário devem ser temas relevantes nas propostas de política econômica que os candidatos presidenciais apresentam a partir da próxima semana. — VEJA / via

Justiça Eleitoral multa Lula em R$ 15 mil por propaganda antecipada e manda retirar vídeo do ar

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi condenado nessa terça-feira, 28, ao pagamento de multa no valor de R$ 15 mil por propaganda eleitoral antecipada em decisão da Justiça Eleitoral de São Paulo. O entendimento é de que o chefe do Executivo fez um pedido explícito de votos em favor das ex-ministras Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede) durante um evento realizado em 19 de maio deste ano. As duas são candidatas ao Senado por São Paulo. — Por Fabrícia Braga / Estadão

Além da penalidade financeira, a decisão determina a retirada do vídeo com o discurso do canal oficial de Lula no YouTube. A representação foi apresentada pela Comissão Executiva Estadual de São Paulo do Partido Missão.

Durante o processo, Lula sustentou que o discurso possuía caráter institucional e negou ter feito pedido explícito de votos. Também pediu que eventual multa fosse fixada no patamar mínimo.

A Procuradoria Regional Eleitoral se manifestou pela procedência parcial da ação, defendendo a condenação apenas do presidente e a absolvição de Simone Tebet e Marina Silva, entendimento que foi acolhido pela Justiça Eleitoral.

Ao analisar o caso, o juiz concluiu que o trecho do pronunciamento em que Lula afirma que o público poderia, “um dia”, “dar voto para as duas” ultrapassa os limites de uma manifestação política e caracteriza pedido explícito de apoio eleitoral antes do período permitido pela legislação.

Segundo a decisão, a utilização da expressão “dar voto para as duas”, direcionada ao público presente e vinculada nominalmente às ex-ministras, configura propaganda eleitoral antecipada, prevista no artigo 36 da Lei das Eleições. Para o magistrado, a ressalva temporal feita pelo presidente ao usar a expressão “um dia” não descaracteriza a irregularidade.

Na avaliação do juiz, o conteúdo do discurso não pode ser interpretado como simples manifestação institucional ou opinião política. A decisão destaca que a própria literalidade da declaração é suficiente para caracterizar a infração, por representar um estímulo direto ao voto antes do início oficial da campanha eleitoral.

A Justiça também levou em consideração o contexto em que a declaração foi feita. Conforme o entendimento, o fato de o pedido ter sido realizado pelo presidente da República durante um evento oficial e no exercício do cargo amplia o alcance e a repercussão da manifestação, circunstância considerada na fixação da multa acima do valor mínimo previsto em lei.

Apesar de terem sido mencionadas por Lula durante o discurso, Simone Tebet e Marina Silva não foram responsabilizadas. O magistrado entendeu que não há provas de que as ex-ministras tenham participado da elaboração da fala, tido conhecimento prévio do conteúdo ou exercido qualquer controle sobre o pronunciamento.

De acordo com a decisão, a simples presença das duas no evento e o fato de terem sido citadas pelo presidente não são suficientes para justificar a aplicação de sanções. Por isso, a representação foi julgada improcedente em relação às ex-ministras.  — Estadão  / via


Ministros do TSE criticam atuação de Moraes em relação à IA de Bolsonaro

O uso de vídeo de inteligência artificial com a imagem de Jair Bolsonaro na convenção que oficializou a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência abriu uma disputa de bastidores entre integrantes do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes, com críticas de magistrados sobre o papel das duas cortes nas eleições deste ano. — Por Ana Pompeu e Laura Scofield, da Folha de S.Paulo

Ministros do TSE viram a cobrança feita por Moraes nesta semana sobre esse tema como uma forma de pressão. Na avaliação de três membros do tribunal ouvidos sob reserva, o tema está na esfera da disputa de outubro e, portanto, deve ser tratado pela corte eleitoral, não pelo STF.

Moraes pediu explicações de Bolsonaro no processo que disciplina a execução da pena do ex-presidente por tentativa de golpe de Estado, em que o ministro do STF impôs restrições como proibição do uso de redes sociais.

No TSE, há divergências internas sobre o tratamento a ser dado ao uso da IA pela campanha do PL, mas nenhum dos grupos pretende propor sanções graves a Flávio. Dos sete integrantes, ao menos dois ministros tendem a dar uma abordagem mais liberal e outros dois a aplicar medidas que sirvam como alerta.

Na determinação à defesa de Bolsonaro para explicar a participação do ex-presidente no episódio, Moraes sugeriu que a conduta pode acarretar tanto o retorno de Bolsonaro ao regime fechado quanto a inelegibilidade de Flávio.

O PT acionou o STF e o TSE sobre o uso da IA de Bolsonaro na convenção do PL e afirmou ser um caso semelhante (porém mais grave pela sofisticação e reincidência) ao da leitura da carta de apoio do ex-presidente a Flávio que gerou proibição de visitas do candidato ao pai.

Para integrantes do TSE, o despacho de Moraes é um sinal de tentativa de interferência nos trabalhos da corte e no processo eleitoral.

Como mostrou a Folha, um grupo de magistrados do STF vinha se preparando para atuar como uma espécie de instância revisora de decisões do TSE e fazer frente à gestão de Kassio Nunes Marques na corte.

Após gesto a Priscila, Raquel Lyra dá sinais de chapa ao lado de Túlio Gadelha

A poucos dias da convenção estadual do PSD, marcada para o próximo domingo (02), a governadora de Pernambuco e pré-candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), intensificou os gestos públicos em torno da formação de sua chapa majoritária para as eleições de 2026. 

Depois de publicar, na última segunda-feira (27), uma foto ao lado da vice-governadora Priscila Krause (PSD) com a legenda “Vamos juntos, Priscila”, a governadora voltou a utilizar as redes sociais nesta terça-feira (28), para reforçar outro nome cotado para a disputa. Desta vez, ela compartilhou uma publicação colaborativa no Instagram com o deputado federal Túlio Gadelha (PSD), apontado como pré-candidato ao Senado.

No vídeo publicado em formato de “collab”, recurso que permite que o mesmo conteúdo seja exibido simultaneamente nos perfis dos dois participantes, Raquel Lyra e Túlio Gadelha destacam a parceria política construída nos últimos anos e lembram que caminham juntos desde as eleições de 2022.

Os dois afirmam, nas imagens, que mantêm uma relação de apoio político desde aquele pleito, em mais um movimento da governadora para dar visibilidade à composição que pretende apresentar durante a convenção estadual da legenda.

Movimentos para composição da chapa
As duas publicações, feitas em dias consecutivos, são interpretadas nos bastidores como novos sinais sobre a formação da chapa majoritária do PSD.

A postagem ao lado de Priscila Krause reforçou a expectativa de que a atual vice-governadora será mantida na mesma posição na disputa pela reeleição. Já a publicação conjunta com Túlio Gadelha amplia a exposição pública do parlamentar como um dos integrantes da chapa, na condição de pré-candidato ao Senado.

Segunda vaga ao Senado segue indefinida

Apesar dos movimentos da governadora, permanece indefinida a segunda vaga para a disputa ao Senado na chapa governista.

Os principais nomes citados nas articulações são o deputado federal Eduardo da Fonte (PP) e o ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho (União Brasil). Até o momento, porém, não houve decisão oficial sobre qual dos dois será escolhido para compor a chapa majoritária encabeçada por Raquel Lyra.

A definição é aguardada para a convenção estadual do PSD, prevista para o domingo (02). — Blog do Jamildo / via


Família vence na justiça, mas governo Lula recorre e menina de SC fica sem dose contra o câncer

A adolescente Maria Isabela Budske, de 13 anos, de Jaraguá do Sul (SC), enfrenta uma batalha contra o linfoma de Hodgkin e depende do medicamento brentuximabe vedotina, uma imunoterapia que custa cerca de R$ 38 mil por dose. 

Após falhas em tratamentos anteriores, incluindo transplante de medula, a família conseguiu na Justiça Federal uma liminar obrigando a União a fornecer o remédio, mas a Advocacia-Geral da União (AGU), que representa o governo Lula, recorreu da decisão.

Um desembargador suspendeu temporariamente a liminar, interrompendo o fornecimento do medicamento enquanto o caso segue em análise. A família afirma que a próxima dose precisa ser aplicada até 19 de agosto de 2026 e retomou uma campanha de doações para tentar garantir a continuidade do tratamento.

O caso reacende o debate sobre a judicialização da saúde no Brasil, envolvendo a necessidade urgente de pacientes e os critérios do SUS para disponibilização de medicamentos de alto custo. — É o Mundo

Despacho de Moraes pode levar Bolsonaro à prisão ou tornar Flávio inelegível

Alexandre de Moraes determinou que Jair Bolsonaro esclareça se autorizou o uso de sua imagem e de sua voz em um vídeo produzido com inteligência artificial e exibido durante a convenção nacional do PL. A resposta poderá abrir dois caminhos: se confirmar a autorização, Bolsonaro poderá ser acusado de descumprir as restrições impostas pela Justiça e correr o risco de voltar ao presídio; se negar, Flávio Bolsonaro e integrantes do partido poderão ser responsabilizados, com a possibilidade de consequências eleitorais contra o senador.

O despacho coloca o ex-presidente diante de uma verdadeira armadilha jurídica. Não existe uma resposta segura. De um lado, está a possibilidade de Bolsonaro voltar à prisão. Do outro, o risco de Flávio Bolsonaro enfrentar um processo que possa culminar em sua inelegibilidade e afastá-lo da disputa presidencial.

Em vez de apenas esclarecer o episódio, Moraes cria um cenário no qual qualquer resposta pode ser transformada em fundamento para uma nova punição contra a família Bolsonaro e o principal grupo político de oposição do país.

A tentativa de utilizar um vídeo produzido com inteligência artificial para atingir eleitoralmente Flávio Bolsonaro causa ainda mais preocupação. O senador é um dos principais nomes da direita para a Presidência, e sua eventual retirada da disputa representaria uma interferência direta no processo eleitoral e na liberdade de escolha dos brasileiros.

Moraes demonstra claramente que pretende continuar interferindo nas eleições. Caso avance pelo caminho de punir Flávio e torná-lo inelegível, ficará ainda mais evidente que, mesmo fora do TSE, o ministro voltará a ultrapassar todos os limites constitucionais para atingir o principal adversário político da esquerda. — É o Mundo


Trump renova emergência nacional contra o Brasil e volta a citar Bolsonaro em justificativa

O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, decidiu renovar por mais um ano o estado de emergência nacional em relação ao Brasil. Além disso, a gestão dos EUA voltou a associar a medida à situação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A nova ordem foi assinada nesta terça-feira (28) e será publicada nesta quarta-feira (29) no Federal Register, equivalente ao Diário Oficial norte-americano. — BNews.

No documento, a Casa Branca afirma, sem citar nominalmente Bolsonaro, que integrantes do governo brasileiro estariam promovendo uma "perseguição política" contra um ex-presidente, seus familiares e apoiadores. Ainda segundo o governo Trump, o cenário contribui para o "enfraquecimento deliberado do Estado de Direito" no Brasil, além de promover intimidação por motivação política e violações de direitos humanos.

No entanto, a medida não cria novas sanções econômicas nem amplia as tarifas já impostas ao Brasil. Recentemente, parte das exportações brasileiras para os Estados Unidos passou a ser taxada em 37,5% após duas investigações conduzidas pelo governo norte-americano.

Em julho de 2025, quando declarou a emergência nacional em relação ao Brasil, Trump chegou a impor uma tarifa adicional de 40% com base na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA). Entretanto, a sobretaxa foi derrubada pela Suprema Corte dos EUA em fevereiro deste ano, sob o entendimento de que a legislação não poderia ser usada para impor tarifas comerciais a países parceiros.


Senadores democratas acusam Trump de espalhar teoria conspiratória sobre urnas brasileiras

Senadores democratas do Comitê de Relações Exteriores dos Estados Unidos acusaram o governo de Donald Trump de promover teorias conspiratórias sobre o sistema eleitoral brasileiro. Em publicação nas redes sociais, os parlamentares afirmaram que questionar a integridade das eleições não fortalece a segurança dos Estados Unidos, mas enfraquece a confiança na democracia e prejudica a relação do país com aliados internacionais. 

A manifestação ocorreu após a divulgação de uma reportagem do Washington Post sobre um plano da gestão republicana para enviar representantes ao Brasil antes das eleições presidenciais.

Segundo o jornal norte-americano, o governo Trump preparava o envio de dois integrantes do Departamento de Estado com a missão de levantar questionamentos sobre a confiabilidade das urnas eletrônicas brasileiras. A viagem estaria prevista para ocorrer poucas semanas antes do primeiro turno, marcado para outubro. Ainda de acordo com a publicação, o Itamaraty negou vistos aos dois representantes, impedindo a visita.

A nota dos democratas foi publicada em um perfil oficial administrado pela presidente da ala no comitê, a senadora Jeanne Shaheen. Ao compartilhar a reportagem, ela destacou que os Estados Unidos costumavam utilizar sua influência para defender democracias em risco, mas que agora estariam sendo usados para desacreditar o sistema eleitoral de outro país, em referência às iniciativas atribuídas ao governo Trump. — Portal G1 via Mídia Ninja

Aplicação da Lei Magnitsky contra Moraes volta ao assunto dos aliados de Flávio Bolsonaro

Aliados do senador e candidato à presidência da república, Flávio Bolsonaro, avaliam que o aumento das tensões diplomáticas entre Brasil e Estados Unidos pode abrir caminho para que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), volte a ser alvo de sanções previstas na Lei Magnitsky.

Há cerca de dois meses, Eduardo Bolsonaro, deputado federal licenciado, e Paulo Figueiredo, ex-apresentador, encaminharam um pedido para que medidas financeiras contra o magistrado fossem restabelecidas. A expectativa do grupo é de que o aumento do desgaste entre o governo de Donald Trump e a gestão de Luiz Inácio Lula da Silva favoreça uma retomada das sanções.

O episódio mais recente que elevou a temperatura entre os dois países foi a negativa do governo brasileiro em conceder vistos para dois integrantes da administração Trump. Segundo o Itamaraty, a viagem tinha como objetivo colocar em dúvida a credibilidade do sistema eleitoral brasileiro.

Integrantes do grupo de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos dizem ter sido informados de que a administração Trump prepara uma resposta ao episódio. Na avaliação deles, o cenário amplia a possibilidade de adoção de medidas individuais, como a aplicação da Lei Magnitsky contra Alexandre de Moraes.

A interpretação desse grupo é que a retirada anterior das sanções teria sido um gesto de aproximação de Trump em relação ao presidente Lula, em um momento de maior diálogo entre os dois governos. Eles sustentam ainda que a decisão não contou com o aval de Marco Rubio, secretário de Estado dos Estados Unidos. — Por Bela Megale, do O Globo / via

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