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Escola infantil ensina “ideologia de gênero” para alunos de 4 anos

Diretor defende que "tolerância" se aprende desde cedo
Crianças de três e quatro anos estão sendo ensinadas a seguir as novas diretrizes em escolas da Inglaterra. O caso da Arbury Primary, em Cambridge, está chamando atenção. Ela estabeleceu recentemente como regra que nenhuma criança poderia ser chamada de “ele” ou “ela” contra sua vontade. O pedido, extensivo aos pais, é que não mais identifiquem as crianças apenas pelo seu sexo biológico.
O diretor Ben Tull defende que o ambiente escolar deveria ser “trans-amigável” e que os alunos transgêneros deveriam ser respeitados, pois “tolerância” se ensina desde cedo. “Precisamos nos afastar do modelo binário”, afirmou, negando-se a revelar se há alguma criança trans matriculada ali.
A escola realizou assembleias, onde foi explicada a adoção do novo uniforme, considerado “neutro” em termos de gênero e a liberação para que as crianças usem qualquer banheiro que quiser, independentemente do “sexo ao qual se destinam”. Também foi explicado que toda criança em “transição” de um gênero para outro terá acompanhamento especial.
O site da instituição de ensino passou a exibir uma página dedicada às novas regras insistindo que “chamar alguém deliberadamente pelo pronome errado é ‘indelicado’ e ‘proibido’. Se você ouvir ou ver esse tipo de linguagem sendo usada, denuncie”, pede a direção da escola.
Em outro trecho, a justificativa para as mudanças é o desejo de se conformar à “Lei de Igualdades”, em vigor desde 2010, que estabelece quando um “crime de ódio” ocorre e o que deve ser feito a respeito. Curiosamente, essa legislação não menciona crianças.
Programa europeu inclusivo
As medidas da Arbury Primary não são inéditas na Inglaterra. Na verdade, parecem seguir algo cada vez mais comum em países como a Suécia, onde o programa educacional prevê o ensino da ideologia de gênero como norma desde os primeiros anos.
Stephanie Davies-Arai, da ONG Transgender Trend, organização criada por pais preocupados com o aumento do número de crianças diagnosticadas como transgênero, acrescentou: “Acreditamos que uma criança na escola primária pensar em mudança de gênero é um passo drástico, que pode influenciar seu desenvolvimento”.
A direção da Arbury explica que está seguindo diretrizes de um manual chamado “Apoiando o Processo de Transição de Gênero na Escola”, que foi distribuído pelo governo para as escolas primárias. Ele detalha como os professores devem proceder quando uma criança demonstra querer viver com alguém “do outro gênero”.
O material estimula que professores, pais e alunos nunca tratem isso como “um problema a ser resolvido” e que criem um ambiente favorável. Isso incluiria alterar os registros da escola, para colocar o nome como a criança deseja ser chamada. Acima de tudo, prevê a “celebração da diversidade”, sem importar com a idade dos alunos. Com informações de Daily Mail
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