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Mundo bate recorde diário de mortes por Covid-19 com 11.099 óbitos em 17 de novembro

O mundo registrou nesta terça-feira (18) um novo recorde de mortes diárias por Covid-19 com 11.099 óbitos, segundo monitoramento feito pela Universidade Johns Hopkins (EUA). A maior marca havia sido registrada no último dia 4 de novembro, com 11 mil mortes.
Os óbitos por Covid-19 já somam mais de 1,3 milhão de registros em todo o planeta. Os países com mais óbitos são EUA (249 mil), Brasil (166 mil), Índia (130 mil), México (99 mil) e Reino Unido (52 mil), de acordo com o levantamento da universidade.
O número de novas mortes diárias, que se manteve estável em outubro, começou a apresentar tendência de alta no início de novembro. Antes disso, o pico havia sido registrado em 14 de agosto, com 10.132 óbitos.
Em todo o mundo, há 56 milhões de casos do novo coronavírus. Na semana passada, o recorde diário de infectados foi batido por três dias consecutivos. Foram 644 mil registros na quarta-feira (11), 646 mil na quinta (12) e 648 mil na sexta (13). Ontem, foram registrados 609 mil novos registros.
O países que concentram mais casos da doença são EUA (11 milhões), Índia (8,9 milhões), Brasil (5,9 milhões), França (2,1 milhões) e Rússia (1,9 milhões).Por causa da nova alta de casos de Covid-19, o prefeito de Nova York, Bill de Blasio, anunciou que suspenderá as aulas presenciais nas escolas da cidade a partir de quinta-feira (19).
Em menos de um mês, os contágios mais que quintuplicaram na cidade. Em 19 de outubro, a cidade contava com 999 novos infectados por dia; na terça-feira (17), foram registrados 5.094 novos casos. No país, 41 dos 50 estados tiveram alta recorde de casos em novembro, e 26 tiveram pico inédito de hospitalizações.
Em outubro, diversos países europeus restringiram atividades e diminuíram a circulação de pessoas por causa do aumento de casos.
A alta também preocupa o Uruguai, país considerado exemplo de sucesso no combate à pandemia. Nesta terça-feira, o presidente Luis Lacalle Pou pediu que a população adote uma postura de "liberdade responsável" após o país registrar um pico inédito de 104 novos casos de Covid-19 nesta terça. Desde março, houve apenas 4.208 infecções pelo vírus e 68 mortes, a menor marca do continente.