
A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), usou as redes sociais nesta semana para rebater críticas da oposição e negar qualquer uso político da Polícia Civil do Estado. A manifestação ocorre em meio às controvérsias envolvendo investigações policiais e alegações de suposto monitoramento de servidores ligados à Prefeitura do Recife.
Em vídeo publicado, a governadora afirmou que “liderar é ter coragem e responsabilidade de explicar com verdade aquilo que precisa ser dito” e foi enfática ao negar que seu governo tenha dado qualquer orientação para perseguir adversários políticos. Segundo ela, não há interferência do Executivo estadual nas ações da Polícia Civil.
“Não existe, por parte do governo de Pernambuco, nenhuma orientação de perseguir quem quer que seja”, declarou Raquel Lyra. Ao mesmo tempo, ressaltou que, havendo indícios suficientes, “nada nem ninguém deixará de ser investigado sob o meu comando”, reforçando o compromisso com o cumprimento da lei.
A governadora destacou ainda que a Polícia Civil é uma instituição de Estado, dotada de autonomia e responsabilidade funcional. De acordo com Lyra, o órgão não pertence a governos nem serve a interesses políticos, e não pode ser transformado em instrumento de disputas eleitorais. Ela também criticou a oposição por, segundo suas palavras, tentar transformar um tema técnico — investigações policiais — em um “palco eleitoreiro”, em vez de concentrar esforços em governar.
Raquel Lyra também relembrou sua trajetória na vida pública, afirmando que sempre atuou com respeito às leis, às instituições e à verdade. Citou sua formação e experiência como primeira mulher a governar Pernambuco, ex-prefeita de Caruaru por dois mandatos, deputada estadual, procuradora do Estado e delegada da Polícia Federal, o que, segundo ela, reforça seu compromisso com a legalidade e a responsabilidade institucional.
A declaração ocorre em meio à repercussão política de uma investigação da Polícia Civil de Pernambuco que monitorou o secretário de Articulação Política e Social da Prefeitura do Recife, Gustavo Monteiro, entre agosto e outubro de 2025. A apuração teve origem em uma denúncia anônima de corrupção, mas acabou se tornando foco de embate político entre o Governo do Estado e a gestão do prefeito do Recife, João Campos (PSB), apontado como potencial adversário de Raquel Lyra nas eleições estaduais de 2026.
A administração municipal chegou a classificar o procedimento como suposto uso eleitoral da investigação. Em resposta, a governadora reforçou que a Polícia Civil atua com independência e que jamais será instrumento de perseguição política, reafirmando que seu governo não interfere no trabalho técnico das forças de segurança do Estado.
Em vídeo publicado, a governadora afirmou que “liderar é ter coragem e responsabilidade de explicar com verdade aquilo que precisa ser dito” e foi enfática ao negar que seu governo tenha dado qualquer orientação para perseguir adversários políticos. Segundo ela, não há interferência do Executivo estadual nas ações da Polícia Civil.
“Não existe, por parte do governo de Pernambuco, nenhuma orientação de perseguir quem quer que seja”, declarou Raquel Lyra. Ao mesmo tempo, ressaltou que, havendo indícios suficientes, “nada nem ninguém deixará de ser investigado sob o meu comando”, reforçando o compromisso com o cumprimento da lei.
A governadora destacou ainda que a Polícia Civil é uma instituição de Estado, dotada de autonomia e responsabilidade funcional. De acordo com Lyra, o órgão não pertence a governos nem serve a interesses políticos, e não pode ser transformado em instrumento de disputas eleitorais. Ela também criticou a oposição por, segundo suas palavras, tentar transformar um tema técnico — investigações policiais — em um “palco eleitoreiro”, em vez de concentrar esforços em governar.
Raquel Lyra também relembrou sua trajetória na vida pública, afirmando que sempre atuou com respeito às leis, às instituições e à verdade. Citou sua formação e experiência como primeira mulher a governar Pernambuco, ex-prefeita de Caruaru por dois mandatos, deputada estadual, procuradora do Estado e delegada da Polícia Federal, o que, segundo ela, reforça seu compromisso com a legalidade e a responsabilidade institucional.
A declaração ocorre em meio à repercussão política de uma investigação da Polícia Civil de Pernambuco que monitorou o secretário de Articulação Política e Social da Prefeitura do Recife, Gustavo Monteiro, entre agosto e outubro de 2025. A apuração teve origem em uma denúncia anônima de corrupção, mas acabou se tornando foco de embate político entre o Governo do Estado e a gestão do prefeito do Recife, João Campos (PSB), apontado como potencial adversário de Raquel Lyra nas eleições estaduais de 2026.
A administração municipal chegou a classificar o procedimento como suposto uso eleitoral da investigação. Em resposta, a governadora reforçou que a Polícia Civil atua com independência e que jamais será instrumento de perseguição política, reafirmando que seu governo não interfere no trabalho técnico das forças de segurança do Estado.


