
Uma moradora de Princesa Isabel, na região da Serra do Teixeira, foi vítima de um golpe de estelionato virtual e perdeu R$ 32 mil ao tentar comprar uma casa anunciada nas redes sociais. O caso veio à tona no último final de semana e está sendo investigado pela Polícia Civil como crime cibernético.
Segundo as informações apuradas, a mulher encontrou o anúncio do imóvel no Facebook, onde a casa, localizada no bairro da Baixa, era ofertada por R$ 50 mil, valor considerado atrativo. O contato inicial foi feito com um homem que se apresentou como “Francisco”, dizendo ser primo do verdadeiro proprietário do imóvel e intermediário da negociação.
Para dar credibilidade ao golpe, o suspeito arquitetou uma estratégia que envolveu orientações diferentes para cada parte, impedindo qualquer diálogo direto sobre valores. À compradora, ele pediu que evitasse falar de dinheiro com o dono da casa durante a visita, alegando que cuidaria de toda a negociação financeira. Já ao proprietário, afirmou que estaria comprando o imóvel por R$ 83 mil, supostamente para quitar uma dívida familiar, e solicitou que confirmasse o parentesco caso fosse questionado.
Durante a visita ao imóvel, como nenhum valor foi discutido pessoalmente, a vítima acreditou que tudo estava dentro do combinado com o suposto intermediário. Após isso, ela realizou uma transferência bancária de R$ 32 mil para a conta indicada pelo criminoso, que ainda enviou uma escritura falsa do imóvel por meio do WhatsApp.
O golpe só foi descoberto quando comprador e proprietário tentaram retomar contato e perceberam que ambos haviam sido bloqueados pelo estelionatário. O delegado Gutemberg Cabral, responsável pelo caso, explicou que o dono do imóvel também foi enganado na trama, mas quem sofreu o prejuízo financeiro direto foi a compradora.
A Polícia Civil reforça o alerta para que negociações imobiliárias não sejam feitas exclusivamente por aplicativos de mensagens ou redes sociais. A recomendação é que todas as tratativas financeiras e documentais sejam realizadas diretamente com o proprietário legal, com conferência em cartório antes de qualquer pagamento.
O caso segue sob investigação, e a polícia trabalha para identificar o autor do crime.
Segundo as informações apuradas, a mulher encontrou o anúncio do imóvel no Facebook, onde a casa, localizada no bairro da Baixa, era ofertada por R$ 50 mil, valor considerado atrativo. O contato inicial foi feito com um homem que se apresentou como “Francisco”, dizendo ser primo do verdadeiro proprietário do imóvel e intermediário da negociação.
Para dar credibilidade ao golpe, o suspeito arquitetou uma estratégia que envolveu orientações diferentes para cada parte, impedindo qualquer diálogo direto sobre valores. À compradora, ele pediu que evitasse falar de dinheiro com o dono da casa durante a visita, alegando que cuidaria de toda a negociação financeira. Já ao proprietário, afirmou que estaria comprando o imóvel por R$ 83 mil, supostamente para quitar uma dívida familiar, e solicitou que confirmasse o parentesco caso fosse questionado.
Durante a visita ao imóvel, como nenhum valor foi discutido pessoalmente, a vítima acreditou que tudo estava dentro do combinado com o suposto intermediário. Após isso, ela realizou uma transferência bancária de R$ 32 mil para a conta indicada pelo criminoso, que ainda enviou uma escritura falsa do imóvel por meio do WhatsApp.
O golpe só foi descoberto quando comprador e proprietário tentaram retomar contato e perceberam que ambos haviam sido bloqueados pelo estelionatário. O delegado Gutemberg Cabral, responsável pelo caso, explicou que o dono do imóvel também foi enganado na trama, mas quem sofreu o prejuízo financeiro direto foi a compradora.
A Polícia Civil reforça o alerta para que negociações imobiliárias não sejam feitas exclusivamente por aplicativos de mensagens ou redes sociais. A recomendação é que todas as tratativas financeiras e documentais sejam realizadas diretamente com o proprietário legal, com conferência em cartório antes de qualquer pagamento.
O caso segue sob investigação, e a polícia trabalha para identificar o autor do crime.


