
Um novo acidente envolvendo animal solto em rodovia do Pajeú voltou a expor um problema antigo e recorrente no Sertão de Pernambuco. Na noite da última quarta-feira (7), por volta das 21h30, uma viatura da Polícia Militar da Paraíba colidiu com um cavalo que estava solto no quilômetro 415 da BR-232, no município de Serra Talhada. Apesar do forte impacto, ninguém ficou ferido, sendo registrados apenas danos materiais no veículo oficial.
A ocorrência mobilizou a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e o Samu. Após a colisão, o animal não foi encontrado no local, havendo a suspeita de que tenha fugido para áreas próximas à rodovia. O Samu não informou se o cavalo morreu em decorrência do impacto. O tráfego foi controlado pela PRF até a liberação da via.
O que chama atenção, desta vez, é o fato de o acidente ter envolvido uma viatura policial. Diante disso, surge o questionamento inevitável: será que agora o dono do animal será responsabilizado? Ou, mais uma vez, o caso cairá no esquecimento, como tantos outros que diariamente ceifam vidas nas estradas do Sertão?
Dados da própria PRF mostram a dimensão do problema. Apenas em 2025, mais de 2.150 animais foram retirados da BR-232, em Serra Talhada. No ano anterior, esse número foi ainda maior, chegando a 2.188 apreensões. Mesmo assim, os criadores continuam ignorando a lei, mantendo animais soltos às margens e sobre as rodovias, sem qualquer temor de punição efetiva.
Deixar animais soltos em vias públicas é crime. A legislação é clara. A Lei nº 10.406, de janeiro de 2022, determina que “o dono ou detentor do animal ressarcirá o dano por este causado, se não provar culpa da vítima ou força maior”. No entanto, na prática, a sensação é de total impunidade. Enquanto não há responsabilização rigorosa, acidentes continuam acontecendo quase que diariamente, colocando em risco motoristas, motociclistas e até agentes de segurança pública.
O episódio reforça o alerta da PRF sobre os riscos causados por animais soltos nas rodovias e evidencia a necessidade urgente de fiscalização mais rígida e punições exemplares. Vidas seguem sendo colocadas em perigo no Sertão, enquanto muitos criadores seguem “nem aí”, como se o problema não fosse deles, até que a tragédia bata à própria porta.
A ocorrência mobilizou a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e o Samu. Após a colisão, o animal não foi encontrado no local, havendo a suspeita de que tenha fugido para áreas próximas à rodovia. O Samu não informou se o cavalo morreu em decorrência do impacto. O tráfego foi controlado pela PRF até a liberação da via.
O que chama atenção, desta vez, é o fato de o acidente ter envolvido uma viatura policial. Diante disso, surge o questionamento inevitável: será que agora o dono do animal será responsabilizado? Ou, mais uma vez, o caso cairá no esquecimento, como tantos outros que diariamente ceifam vidas nas estradas do Sertão?
Dados da própria PRF mostram a dimensão do problema. Apenas em 2025, mais de 2.150 animais foram retirados da BR-232, em Serra Talhada. No ano anterior, esse número foi ainda maior, chegando a 2.188 apreensões. Mesmo assim, os criadores continuam ignorando a lei, mantendo animais soltos às margens e sobre as rodovias, sem qualquer temor de punição efetiva.
Deixar animais soltos em vias públicas é crime. A legislação é clara. A Lei nº 10.406, de janeiro de 2022, determina que “o dono ou detentor do animal ressarcirá o dano por este causado, se não provar culpa da vítima ou força maior”. No entanto, na prática, a sensação é de total impunidade. Enquanto não há responsabilização rigorosa, acidentes continuam acontecendo quase que diariamente, colocando em risco motoristas, motociclistas e até agentes de segurança pública.
O episódio reforça o alerta da PRF sobre os riscos causados por animais soltos nas rodovias e evidencia a necessidade urgente de fiscalização mais rígida e punições exemplares. Vidas seguem sendo colocadas em perigo no Sertão, enquanto muitos criadores seguem “nem aí”, como se o problema não fosse deles, até que a tragédia bata à própria porta.


