
O ano de 2026 chegou trazendo mais do que um novo calendário eleitoral.
Chegou impondo regras, seriedade e, principalmente, um novo clima no
debate político. A partir de agora, pesquisas eleitorais só têm validade
se estiverem devidamente registradas na Justiça Eleitoral, colocando um
ponto final nas chamadas “pesquisas de encomenda”, usadas durante meses
para criar ilusões de favoritismo e manipular a opinião pública.
Agora,
o jogo é limpo. Quem quiser medir o cenário político terá que mostrar
metodologia, fonte de recursos, critérios e locais pesquisados. A regra é
clara e a punição é dura: pesquisas irregulares podem gerar multas
elevadas e até responsabilização criminal. Esse novo ambiente fortalece a
democracia e devolve ao eleitor aquilo que sempre lhe pertenceu, o
poder real de decidir.
E quando se fala em poder de decisão, o
Sertão pernambucano precisa ser colocado no centro da conversa. São
1.373.658 eleitores, quase 20% de todo o eleitorado de Pernambuco, um
contingente que pode definir eleições e mudar rumos políticos. O Sertão
não é coadjuvante. Nunca foi. E 2026 é o ano de reafirmar isso.
Regiões
como o Sertão do São Francisco e o Pajeú concentram colégios eleitorais
expressivos e historicamente já mostraram sua força, revelando
lideranças que marcaram Pernambuco e o Brasil.
É dentro desse cenário que ganha destaque a pré-candidatura de Marconi Santana,
filho do Pajeú, morador de Flores e conhecido em toda a região como “O TRATOR DO SERTÃO”, apelido que traduz, com precisão, sua forma
incansável de trabalhar, enfrentar desafios e transformar projetos em
realidade.
Marconi carrega a política no DNA, mas construiu sua
própria trajetória com trabalho, presença e resultados. Em Flores, sua
atuação deixou marcas concretas: ações, obras, articulações e conquistas
que melhoraram a vida das pessoas. É um político que não governa de
gabinete, anda lado a lado com o povo, conhece a realidade do Sertão e
fala a mesma língua do sertanejo.
Com experiência, coragem e
visão de futuro, Marconi Santana representa uma proposta clara:
desenvolver o Pajeú, gerar emprego e renda, fortalecer a economia local e
criar oportunidades para que o sertanejo não precise mais deixar sua
terra para sobreviver. Seus projetos apontam para um Sertão produtivo,
respeitado e inserido de vez no centro das decisões políticas de
Pernambuco.
2026 será o ano da escolha consciente. O ano em que o
Sertão pode, mais uma vez, decidir seu próprio destino. Apostar em um
candidato da região é apostar em quem conhece os problemas, sente as
dores e tem compromisso real com o povo.